E SE?...
E se o meu riso for não-rir?
E se a minha dor dor não for?
E se a minha alegria não há
E se o céu céu não é?
E se o meu amor for vazio
E o vazio preencher?
E se o meu pesar não doer
E a minha vida não ser?
E se o bem mal for
E o mal mal não for?
E se o meu pesar não doer
E a minha bondade negar-se?
Tudo existe, será?
E se tudo não for o que é
E o que é nada for?
E se eu, você, o mundo
O sol e as galáxias
Formos apenas um sonho?
E se eu tiver razão
E esta poesia nunca foi escrita?
E se eu, você, o mundo, o sol,
As galáxias, o universo
Não partirmos do princípio?
Quem então está jogando
Com sombras e ilusões?
Por que tudo é tão intenso
E ao mesmo tempo aparente?
Que certeza me assegura
Um átomo que seja?
Quem me garante?!
Algo me diz que não somos
E tremo e temo por tudo
E por todos neste jogo
Sem a menor graça...
Por falta do que fazer
Do vazio onipresente da existência.
18/07/2014
Hoje, no jornal da Bandnews brilhantemente ancorado por Ricardo Boechat, este comentou matéria do jornal O Globo baseada em dados do IBGE. A matéria relata que 30% dos jovens no Grande Rio de Janeiro, na faixa de 15 a 20 e poucos anos, está desempregada e fora das escolas. Pior: não estão procurando escola e muito menos emprego. Ricardo Boechat conclui que essa energia jovem está totalmente disponível para alimentar as estatísticas da criminalidade e para a de outros malfeitos. Lembrei-me então de meu querido sogro já falecido - mix de sapateiro e músico, artesão e artista, homem humilde e sábio. Pois bem...Certo dia, anos atrás, conversamos sobre o problema que já perturbava nossa sociedade à época. Seu ponto de vista, ou melhor a solução vislumbrada por ele até hoje me surpreende por sua sabedoria e viabilidade. Segundo o meu sogro, bastava criar uma lei que determinasse que os menores, entre 14 e 18 anos, pudessem ser contratados pelo comércio, indústria ou firmas de serviço com total isenção de obrigações trabalhistas para os empregadores. Desse modo, os menores receberiam 1 salário mínimo. As empresas não teriam 1 centavo a mais de custo. A se cumprir a lei trabalhista vigente, o custo de um empregado é multiplicado por 2. Os jovens trabalhariam em meio expediente, de modo a não prejudicar seus estudos. Os que não estudassem poderiam cumprir jornada de 8 horas, mas com o incentivo de que, voltando à escola, teriam um adicional de mais ou menos 20% em seus salários ou uma outra vantagem que os motivasse. Seu Joaquim acrescentava que famílias com 2 ou 3 menores nesta faixa de idade, levariam para suas casas de 1.448,00 a 2.172,00(salário atualizado), contribuindo para elevar o padrão de vida destas famílias de uma forma nunca sonhada por eles. Seguramente, segundo o sábio Joaquim, meu sogro, a molecada teria que trabalhar na marra, ou então tomar o pé da bunda e procurar outro lugar para se encostar. As empresas, segundo ele, iam adorar. Teriam mão de obra barata, além de formar profissionais para atender às suas necessidades específicas. E mais: estes garotos poderiam ser moldados dentro da cultura da empresa, de maneira que, com o tempo, dela fariam parte, totalmente integrados e motivados para o que der e vier. Os garotos seriam apenas obrigados a contribuir para a previdência, garantindo os benefícios sociais e a futura aposentadoria. O governo teria um aumento considerável de arrecadação, visto que milhões de jovens passariam a contribuir com o INSS, sem falar ainda que o efeito dessa absorção e treinamento de mão de obra equivaleria a milhares de SESC's, SENAI's e afins, despejando no mercado, a cada ano, milhões de jovens com uma profissão. TUDO isto veio da cabeça de um homem simples, de um cidadão comum. Aqui chegamos ao âmago da questão. Por que será que lá em Brasília, nos atapetados gabinetes, uma solução simples como esta nunca é sacada assim, digamos, num momento de lucidez e sensibilidade social? Por que um "insight" não acontece e eles descobrem a pólvora ou coloquem o ovo em pé? Será preguiça, burrice, negligência, descaso, omissão? Pelo visto, sim. Afinal de contas eles estão mesmo preocupados é com a próxima obra a ser licitada na calada da noite. Na penumbra dos gabinetes, os sanguessugas se reúnem para dividir o botim com os outros parasitas da família "Larapius Indolentius Brasiliensis": empreiteiros, políticos, funcionários públicos e afins. Pobre Brasil. São poucos Joaquims e muitos chupins.
REFORMA MINISTERIAL LEVA DILMA A CRIAR A BARGANHOBRAS.
ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS - Preocupada com a balbúrdia provocada pela reforma ministerial, a Presidente Dilma Rousseff decidiu criar a BANGANHOBRAS, empresa pública-privada(?!) para otimizar os estudos, projetos e estratégias para as futuras reformas ministeriais.
Cansada de atender a clientela aflita por cargo$ e bene$$e$, a mandatária que dar um choque de ordem no toma-lá-dá-cá frenético. "Perdi a paciência com os partidos", declarou a presidanta mascando abelha e cuspindo marimbondo.
O Porta-Voz da Presidência leu nota na qual Dilma esclareceu que já não aguentar mais os partidos fazendo muxoxo e beicinho para determinado ministério, enquanto outras agremiações batem palminha para as pastas oferecidas que, por sua vez, eram pretendidas por outros 15 partidos, embolando todo o meio-de-campo e começando tudo de novo. "Com o perdão da má palavra, uma zona", arrematou o Porta-Voz por sua conta e risco.
Interlocutor próximo da Presidente sugeriu a criação de um ministério para cada pretendente de todos os partidos, alternativa logo descartada em virtude da falta de espaço na esplanada dos ministério para a construção de 135 novos prédios, bem como pela inevitável briga de foice entre os assessores e apadrinhados na disputa pelos melhores cargos em cada pasta.
A solenidade de implantação da BANGANHOBRAS esta marcada para o dia 1 de abril. A Secretaria Geral da Presidência está incumbida da organização do evento que deverá pautar-se, frisou Dilma, pelo parcimônia e simplicidade, de modo a não onerar o erário. A gráfica do senado já imprimiu os 20959 convites com RSVP, de maneira que não haja desperdício de champagne, canapés e outras iguarias finas.
Contendo as lágrimas, a Presidente declarou que "assim como os partidos nascem do povo e o povo pode até ser filho dos partidos, todos nós, neste dia de encontrar soluções, estamos com os olhos voltados para o futuro e para o passado, porque na origem dos partidos encontraremos as soluções impostas pelo presente.
A nota dissonante foram os lamentáveis incidentes na fila para tirar senha para a reforma ministerial , quando integrantes do PT, PMDB, Democratas, PSOL, PTB, PSC e PC do B e de outras siglas não identificadas iniciaram uma pancadaria de causar inveja em muita torcida organizada.
Nota: à distância, integrantes do PSDB reprovavam a balbúrdia com desprezo e elegante consternação.
ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS - Preocupada com a balbúrdia provocada pela reforma ministerial, a Presidente Dilma Rousseff decidiu criar a BANGANHOBRAS, empresa pública-privada(?!) para otimizar os estudos, projetos e estratégias para as futuras reformas ministeriais.
Cansada de atender a clientela aflita por cargo$ e bene$$e$, a mandatária que dar um choque de ordem no toma-lá-dá-cá frenético. "Perdi a paciência com os partidos", declarou a presidanta mascando abelha e cuspindo marimbondo.
O Porta-Voz da Presidência leu nota na qual Dilma esclareceu que já não aguentar mais os partidos fazendo muxoxo e beicinho para determinado ministério, enquanto outras agremiações batem palminha para as pastas oferecidas que, por sua vez, eram pretendidas por outros 15 partidos, embolando todo o meio-de-campo e começando tudo de novo. "Com o perdão da má palavra, uma zona", arrematou o Porta-Voz por sua conta e risco.
Interlocutor próximo da Presidente sugeriu a criação de um ministério para cada pretendente de todos os partidos, alternativa logo descartada em virtude da falta de espaço na esplanada dos ministério para a construção de 135 novos prédios, bem como pela inevitável briga de foice entre os assessores e apadrinhados na disputa pelos melhores cargos em cada pasta.
A solenidade de implantação da BANGANHOBRAS esta marcada para o dia 1 de abril. A Secretaria Geral da Presidência está incumbida da organização do evento que deverá pautar-se, frisou Dilma, pelo parcimônia e simplicidade, de modo a não onerar o erário. A gráfica do senado já imprimiu os 20959 convites com RSVP, de maneira que não haja desperdício de champagne, canapés e outras iguarias finas.
Contendo as lágrimas, a Presidente declarou que "assim como os partidos nascem do povo e o povo pode até ser filho dos partidos, todos nós, neste dia de encontrar soluções, estamos com os olhos voltados para o futuro e para o passado, porque na origem dos partidos encontraremos as soluções impostas pelo presente.
A nota dissonante foram os lamentáveis incidentes na fila para tirar senha para a reforma ministerial , quando integrantes do PT, PMDB, Democratas, PSOL, PTB, PSC e PC do B e de outras siglas não identificadas iniciaram uma pancadaria de causar inveja em muita torcida organizada.
Nota: à distância, integrantes do PSDB reprovavam a balbúrdia com desprezo e elegante consternação.
PROFANA
Bela e profana deusa estendida,
Carne sedenta de promessas e delírios.
Negra relva se entrelaça umedecida
Plena de gozo, sortilégios e martírios.
Carne sedenta de promessas e delírios.
Negra relva se entrelaça umedecida
Plena de gozo, sortilégios e martírios.
Sobre o teu colo repouso o meu cansaço.
Que me abrace os teus braços de desejo,
Quero ficar retido em teu regaço
Refém do teu silêncio e do teu beijo.
Que me abrace os teus braços de desejo,
Quero ficar retido em teu regaço
Refém do teu silêncio e do teu beijo.
Como é breve e vão este momento
Que se esvai fugaz me prometendo
O céu e o fel ao mesmo tempo.
Que se esvai fugaz me prometendo
O céu e o fel ao mesmo tempo.
Não há como fugir, bem sei e aceito;
Por mais que eu lute sempre me rendo
E volto e peço e imploro o teu leito.
Por mais que eu lute sempre me rendo
E volto e peço e imploro o teu leito.
CORDEL DO MENINO QUE SONHAVA ALTO.
Filho de pedreiro e dona de casa,
Lá nos grotões das gerais,
Nasceu um menino com asa,
Tinhoso até por demais.
Cresceu na vida, lida dura,
Foi pra escolar estudar,
Bom de conta e leitura,
Isto eu posso assegurar.
Sem eira nem beira na vida
Se mudou para Brasília.
Que assim seja, é sofrida
a vida que a gente encilha
Qual montaria xucra,
Que empina, negaceia
Mas que segue maluca
E do destino não se apeia.
Foi morar em um quartinho
Bem depois da asa norte.
Tudo se ajeita, com jeitinho
A seu tempo e boa sorte.
Joaquim era o seu nome
E o sobrenome Barbosa.
Raia miúda, sem renome,
Não valia um dedo de prosa.
Foi à luta e virou estagiário,
Office-boy e um pouco mais.
Entrou na faculdade e o salário
Mal dava pros manuais.
Virou então doutor advogado.
Estudou pra concurso e passou.
Não se fez nem um pouco rogado,
Foi em frente e triunfou.
Foi crescendo na carreira...
O esforço valeu por demais.
Na vida tomou a dianteira,
Morrer na praia, jamais.
Dos gringos aprendeu a língua
E depressa foi pro estrangeiro.
Falo bem ou morro à míngua,
Pensou Joaquim ligeiro.
Foi e voltou sabichão,
virou juiz de direito
E no exercício da função,
Fez o seu nome, com efeito!
Deu uma vaga no supremo
E assim sem mais, de supetão,
Um certo presidente vigarista
Fez de Joaquim Joaquinzão.
Virou ministro de toga e tudo,
Agora autoridade de montão,
Joaquim entrou calado e saiu mudo,
Surpreso com tanta ostentação.
Tudo ia muito bem, obrigado,
Até que um dia a bomba estourou.
Um tal de mensalão danado
No supremo tribunal entrou.
Só tinha gente elegante e graúda
Envolvida em grossa corrupção.
Comprovam voto na miúda.
Estropiando o Brasil, pobre nação.
Seus colegas, a maioria indecente,
Foram contra o interesse brasileiro.
Mas Joaquim que era o presidente
Logo botou ordem no puteiro.
A corja hoje mora na papuda
Vendo o sol nascer quadrado.
No congresso, Deus nos acuda
E na rua, feriado.
O povo pra lá de contente
Já canta puta que partiu
Queremos o Joaquim Barbosa
Presidente do Brasil.
Filho de pedreiro e dona de casa,
Lá nos grotões das gerais,
Nasceu um menino com asa,
Tinhoso até por demais.
Cresceu na vida, lida dura,
Foi pra escolar estudar,
Bom de conta e leitura,
Isto eu posso assegurar.
Sem eira nem beira na vida
Se mudou para Brasília.
Que assim seja, é sofrida
a vida que a gente encilha
Qual montaria xucra,
Que empina, negaceia
Mas que segue maluca
E do destino não se apeia.
Foi morar em um quartinho
Bem depois da asa norte.
Tudo se ajeita, com jeitinho
A seu tempo e boa sorte.
Joaquim era o seu nome
E o sobrenome Barbosa.
Raia miúda, sem renome,
Não valia um dedo de prosa.
Foi à luta e virou estagiário,
Office-boy e um pouco mais.
Entrou na faculdade e o salário
Mal dava pros manuais.
Virou então doutor advogado.
Estudou pra concurso e passou.
Não se fez nem um pouco rogado,
Foi em frente e triunfou.
Foi crescendo na carreira...
O esforço valeu por demais.
Na vida tomou a dianteira,
Morrer na praia, jamais.
Dos gringos aprendeu a língua
E depressa foi pro estrangeiro.
Falo bem ou morro à míngua,
Pensou Joaquim ligeiro.
Foi e voltou sabichão,
virou juiz de direito
E no exercício da função,
Fez o seu nome, com efeito!
Deu uma vaga no supremo
E assim sem mais, de supetão,
Um certo presidente vigarista
Fez de Joaquim Joaquinzão.
Virou ministro de toga e tudo,
Agora autoridade de montão,
Joaquim entrou calado e saiu mudo,
Surpreso com tanta ostentação.
Tudo ia muito bem, obrigado,
Até que um dia a bomba estourou.
Um tal de mensalão danado
No supremo tribunal entrou.
Só tinha gente elegante e graúda
Envolvida em grossa corrupção.
Comprovam voto na miúda.
Estropiando o Brasil, pobre nação.
Seus colegas, a maioria indecente,
Foram contra o interesse brasileiro.
Mas Joaquim que era o presidente
Logo botou ordem no puteiro.
A corja hoje mora na papuda
Vendo o sol nascer quadrado.
No congresso, Deus nos acuda
E na rua, feriado.
O povo pra lá de contente
Já canta puta que partiu
Queremos o Joaquim Barbosa
Presidente do Brasil.
POVO EXIGE E DILMA COMPRA DUCHINHA.
CASINHA - Termer(osa) da reação do povo e do PMDB com a licitação para comprar 50 mil em papel higiênico 20 folhas, a Presidente Dilma Rousseff mandou instalar duchinhas higiênicas nos toaletes dos Palácios Alvorada e Planalto.
O Senador Álvaro Dias já se pronunciou a respeito dizendo que a presidente precisa rever os custos com a sua higiene íntima. "A quantidade de merda gerada no Palácio do Planalto vai exigir uma montanha de papel higiênico e desse modo não há descarga que dê conta, concluiu Álvaro Dias, esticando uma ruga teimosa não esticada no último botox.
Certo do sucesso da licitação e da assertiva do senador paranaense, conhecido empresário mineiro, sócio-gerente da não menos notória empresa desentupidora "Rola Bosta" montou barraca em frente ao Palácio do Planalto, onde espera atento aos primeiros sinais de transbordamento do bolo fecal presidencial. Perguntado se pretende passar muitos dias a espera do evento, o empresário ponderou em off: "Sou um homem prático e sei o que estou fazendo. A merda da presidente vai dar visibilidade à minha empresa e desse modo posso investir na filial congresso nacional".
Mais não disse e não lhe foi perguntado.
CASINHA - Termer(osa) da reação do povo e do PMDB com a licitação para comprar 50 mil em papel higiênico 20 folhas, a Presidente Dilma Rousseff mandou instalar duchinhas higiênicas nos toaletes dos Palácios Alvorada e Planalto.
O Senador Álvaro Dias já se pronunciou a respeito dizendo que a presidente precisa rever os custos com a sua higiene íntima. "A quantidade de merda gerada no Palácio do Planalto vai exigir uma montanha de papel higiênico e desse modo não há descarga que dê conta, concluiu Álvaro Dias, esticando uma ruga teimosa não esticada no último botox.
Certo do sucesso da licitação e da assertiva do senador paranaense, conhecido empresário mineiro, sócio-gerente da não menos notória empresa desentupidora "Rola Bosta" montou barraca em frente ao Palácio do Planalto, onde espera atento aos primeiros sinais de transbordamento do bolo fecal presidencial. Perguntado se pretende passar muitos dias a espera do evento, o empresário ponderou em off: "Sou um homem prático e sei o que estou fazendo. A merda da presidente vai dar visibilidade à minha empresa e desse modo posso investir na filial congresso nacional".
Mais não disse e não lhe foi perguntado.
Fui universitário durante os anos de chumbo. Corri de PM e milicos. Guardo até hoje o ressentimento e a humilhação por ter que fugir quando reclamava meus direitos constitucionais. Ainda assim tenho razões de sobra para sequer cogitar um golpe de estado, entregando o país a um regime de exceção. Antes, porém, de esculacharem o general, levem em consideração os seguintes fatos: temos pelo menos um escândalo por semana e a corrupção envolve personagens graúdos em todos os níveis de poder, sangrando bilhões dos cofres públicos; a população é refém da bandidagem, dos "dimenor" que matam, sequestram e zombam dos policiais logo após os flagrantes, alardeando a sua impunidade amparada e estimulada pelo Código de defesa do Menor e do Adolescente; nossa saúde pública agoniza nos corredores insalubres de hospitais sucateados; o tráfego de drogas - seus cartéis, núcleos e células - assumem o status de um estado dentro do estado; notórios chefões do crime, encarcerados, ameaçam a realização de eventos esportivos internacionais, condicionando suas realizações ao atendimento de exigências absurdas; autoridades fazem uso de bens da união para implantar cabelo em cabeças que mereciam guilhotina, tal a desfaçatez de seus desmandos; em nossas rodovias trafega a morte mas não trafega o progresso, ceifando vidas e estreitando ainda mais o gargalo por onde não escoa a produção nacional, encarecendo produtos para o mercado interno e inviabilizando nossa competitividade no mercado internacional; 95% das prefeituras não têm suas contas aprovadas pelos respectivos tribunais de contas estaduais; a incompetência dos gestores de alto coturno deixam uma Petrobras perder em poucos anos quase 40% de seu valor de mercado; as ruas pertencem aos assaltantes a qualquer hora do dia e, à vistas da lei fardada, nos mesmos pontos e lugares onde são filmados, atacam idosos, mulheres e a outros incautos. E voltam. E cometem, de novo, os seus delitos e crimes; os partidos chantageiam a Presidente da República à cata de ministérios e de cargos estratégicos, passando ao largo dos interesses nacionais. Verdadeiro balção de negócios se estabelece em Brasília atendendo a interesses partidários e pessoais, enquanto a nação está entregue à sua pouca ou nenhuma sorte; mensaleiros são(finalmente) punidos, mas com uma sentença recheada de benefícios que muito breve os devolverá às ruas, ou melhor, aos gabinetes e às altas esferas do poder, de onde, certamente, voltarão a praticar os mesmos delitos que os levaram ao xilindró. Será que basta, jornalistas da Revista Fórum. Os senhores hão de concordar que o exposto é a expressão da verdade e, a bem da exatidão, estão muito aquém da realidade dos fatos. Neste ponto pergunto a quem deve ser entregue o poder? Qual alternativa os senhores vislumbram para botar ordem no puteiro nacional? Como proceder para arrumar a casa de mãe joana? Não estou insinuando um golpe de estado como alternativa. Muito menos desejando milicos no comando da nação. O que eu quero dizer é o General Chagas tem todo o direito de espernear. E na cabeça de um general a solução é pela via das armas. As armas que não temos à mão para, com todo o direito, pormos fim à orgia que tomou conta do País. Prefiro uma solução dentro do respeito às instituições democráticas e ao estado de direito. Mas acima de tudo, senhores, prefiro qualquer coisa ou solução que nos liberte da imoralidade, corrupção desenfreada, bandalheiras, tramóias, malversação do erário, incompetência, descaso, negligência, omissão, desprezo e de outras tantas aberrações a nos espoliar como cidadãos nesta terra sem lei e dignidade. Se eu tiver que tomar um partido, que seja até nos termos propostos por um general indignado. Qualquer coisa é melhor do que o estado de calamidade que assola o Brasil. Qualquer que seja a providência tomada, há de cheirar melhor do que o houve de podre no reino da Dinamarca. O povo brasileiro já não aguenta mais tanta ignomínia. Façam uma pesquisa e terão a resposta. Vox populi vox dei. A verdade e o direito implícito nesta máxima são a expressão maior da democracia.
DIGA-ME
Me diga amor, como é que eu faço
Se a saudade é um quarto de despejo?
De que é feito este mormaço
A rolar na cama o meu desejo?
De que é feita esta ternura
Tão intensa que impede a fala?
Que gosto é esse que perdura
A cada beijo que me cala?
Será igual a outros tantos
Este amor tão diferente?
Então me diga, como assim?
Se é igual em riso e prantos
E no entanto é excedente
De tudo que não cabe em mim.
Me diga amor, como é que eu faço
Se a saudade é um quarto de despejo?
De que é feito este mormaço
A rolar na cama o meu desejo?
De que é feita esta ternura
Tão intensa que impede a fala?
Que gosto é esse que perdura
A cada beijo que me cala?
Será igual a outros tantos
Este amor tão diferente?
Então me diga, como assim?
Se é igual em riso e prantos
E no entanto é excedente
De tudo que não cabe em mim.
BALA PERDIDA
Vinha eu calmamente pela rua
quando não mais que de repente
bala pedida cortou o ar sem direção.
Senti o impacto, a vista turvar... caí.
Senti que morria. Vi a luz branca.
Flutuei... virei um ghost.
A última coisa que me lembro
foi de um par de olhos verdes
ainda fumegantes. Os teus olhos
fulminantes e sem compaixão.
Vinha eu calmamente pela rua
quando não mais que de repente
bala pedida cortou o ar sem direção.
Senti o impacto, a vista turvar... caí.
Senti que morria. Vi a luz branca.
Flutuei... virei um ghost.
A última coisa que me lembro
foi de um par de olhos verdes
ainda fumegantes. Os teus olhos
fulminantes e sem compaixão.
PROCURADORIA GERAL DA UNIÃO AGORA SÓ AUDITA PEQUENOS DESVIOS NO ATACADO.
PGU - A divulgação do 50○ escândalo do ano em Brasília causou pequeno abalo na opinião pública. Segundo os especialistas, a traquinagem atingiu apenas 1.0 na escala PM(Paulo Maluf) e, quanto à sua periodicidade, está dentro da média, à razão aproximada de 1,54 por dia. A propósito, o Senador Renan Calhordeiros, pela parte que lhe toca, enfatizou sua satisfação com o desempenho de seus pares e apaniguados, declarando para quem quisesse ouvir que "o senado está se especializando em desvios de pequena monta e que, de janeiro a até a presente data, foi registrado um aumento de 12,95% nos casos desta modalidade. Só a China apresentou resultados tão expressivos quanto os obtidos em minha gestão".
A safadeza da vez foi a descoberta do empenho da merreca de 50 mil para pagar a conta de telefone (particular) dos senadores da república. Não obstante, para a PGU foi a gota d'água. O procuradores resolveram dar um basta e já informaram a quem possa interessar que só vão se debruçar sobre processos da ordem de 300 milhões para cima. Um dos procuradores ouvidos por nossa reportagem enfatizou que a intenção da procuradoria é deixar claro ao senado que ele não detém o monopólio das bandalheiras nacionais. "Temos mais o que fazer do que ficar perdendo tempo com moedinhas desviadas do erário", frisou o auditor. "Vamos deixar que estes casos menores atinjam, no mínimo, a média de 80 por bimestre, até que perfaçam 160 dentro do mesmo período citado. Aí então vamos partir para a auditoria pente fino, levantar os prejuízos da fazenda e dar nome aos bois", concluiu visivelmente irritado.
Reunião foi marcada para o dia 1○ de abril, ocasião em que membros da PGU, parlamentares das duas casas legislativas, presidentes de bancos públicos, autarquias, empresas públicas e de empreiteiras, além de outros envolvidos e suspeitos, procurarão chegar a um consenso para colocar um mínimo de ordem no que já é chamado "desvios varejistas". Um dos mais importantes ministros da PGU deixou escapar que "já que a roubalheira é inevitável, pelo menos o povão nem vai sentir seus impostos sendo aliviados em suaves prestações.
PGU - A divulgação do 50○ escândalo do ano em Brasília causou pequeno abalo na opinião pública. Segundo os especialistas, a traquinagem atingiu apenas 1.0 na escala PM(Paulo Maluf) e, quanto à sua periodicidade, está dentro da média, à razão aproximada de 1,54 por dia. A propósito, o Senador Renan Calhordeiros, pela parte que lhe toca, enfatizou sua satisfação com o desempenho de seus pares e apaniguados, declarando para quem quisesse ouvir que "o senado está se especializando em desvios de pequena monta e que, de janeiro a até a presente data, foi registrado um aumento de 12,95% nos casos desta modalidade. Só a China apresentou resultados tão expressivos quanto os obtidos em minha gestão".
A safadeza da vez foi a descoberta do empenho da merreca de 50 mil para pagar a conta de telefone (particular) dos senadores da república. Não obstante, para a PGU foi a gota d'água. O procuradores resolveram dar um basta e já informaram a quem possa interessar que só vão se debruçar sobre processos da ordem de 300 milhões para cima. Um dos procuradores ouvidos por nossa reportagem enfatizou que a intenção da procuradoria é deixar claro ao senado que ele não detém o monopólio das bandalheiras nacionais. "Temos mais o que fazer do que ficar perdendo tempo com moedinhas desviadas do erário", frisou o auditor. "Vamos deixar que estes casos menores atinjam, no mínimo, a média de 80 por bimestre, até que perfaçam 160 dentro do mesmo período citado. Aí então vamos partir para a auditoria pente fino, levantar os prejuízos da fazenda e dar nome aos bois", concluiu visivelmente irritado.
Reunião foi marcada para o dia 1○ de abril, ocasião em que membros da PGU, parlamentares das duas casas legislativas, presidentes de bancos públicos, autarquias, empresas públicas e de empreiteiras, além de outros envolvidos e suspeitos, procurarão chegar a um consenso para colocar um mínimo de ordem no que já é chamado "desvios varejistas". Um dos mais importantes ministros da PGU deixou escapar que "já que a roubalheira é inevitável, pelo menos o povão nem vai sentir seus impostos sendo aliviados em suaves prestações.
BRASIL RECEBE CRUZEIRO DE VIGARISTAS DO MUNDO INTEIRO
SANTOS/RIO DE JANEIRO - Ainda esta semana pelo menos 6 transatlânticos são aguardados nos portos do Rio de Janeiro e Santos. Vigaristas internacionais especializados em contos-do-vigário, 171's, compra e venda de atrações turísticas diversas desembarcam no Brasil na expectativa de entabular negócios com o governo federal, desde que transacionem diretamente com a Presidente Dilma Rousseff.
Animados com a compra de uma refinaria fajuta orçada em US$ 42 milhões e comprada por US$ 1,21 bilhões, com o aval mandatária, os estelionatários já desembarcam com algumas pechinchas a serem oferecidas ao governo brasileiro. Dr. Estélio O. Natário, conhecido vigarista português, entrevistado a bordo do portentoso navio inglês HMS Francis Drake, declarou que trás oportunidade tipo '2 é cinco, 4 é 10', a exemplo da fábrica de fumaça recentemente inaugurada e abandonada por notório ditador de um determinado país africano. Dr. Estélio conseguiu marcar audiência com Dilma, ocasião em que pretende explanar sobre a planta, frisando sobre a sua eficiência e modernidade.
O meliante russo Ivan Trambikovsky trás a planta de Chernobyl, totalmente reformada, e alimenta grandes esperança de bater o martelo, ainda esta semana, no Palácio do Planalto.
Nossa reportagem tentou, sem sucesso, entrevista com Dilma Rousseff. O porta-voz da presidência leu nota na qual esta declarou que "o Brasil, assim como todos os países, que por sua vez, também gostam de comércio, têm grandes esperança de estabelecer a compra de ativos e passivos, com a mesma intensidade das promessas de compra e venda".
A lamentar a presença ostensiva da Interpol, Scotland Yard e FBI de plantão nos portos brasileiros, numa atitude claramente contrária aos interesses nacionais.
SANTOS/RIO DE JANEIRO - Ainda esta semana pelo menos 6 transatlânticos são aguardados nos portos do Rio de Janeiro e Santos. Vigaristas internacionais especializados em contos-do-vigário, 171's, compra e venda de atrações turísticas diversas desembarcam no Brasil na expectativa de entabular negócios com o governo federal, desde que transacionem diretamente com a Presidente Dilma Rousseff.
Animados com a compra de uma refinaria fajuta orçada em US$ 42 milhões e comprada por US$ 1,21 bilhões, com o aval mandatária, os estelionatários já desembarcam com algumas pechinchas a serem oferecidas ao governo brasileiro. Dr. Estélio O. Natário, conhecido vigarista português, entrevistado a bordo do portentoso navio inglês HMS Francis Drake, declarou que trás oportunidade tipo '2 é cinco, 4 é 10', a exemplo da fábrica de fumaça recentemente inaugurada e abandonada por notório ditador de um determinado país africano. Dr. Estélio conseguiu marcar audiência com Dilma, ocasião em que pretende explanar sobre a planta, frisando sobre a sua eficiência e modernidade.
O meliante russo Ivan Trambikovsky trás a planta de Chernobyl, totalmente reformada, e alimenta grandes esperança de bater o martelo, ainda esta semana, no Palácio do Planalto.
Nossa reportagem tentou, sem sucesso, entrevista com Dilma Rousseff. O porta-voz da presidência leu nota na qual esta declarou que "o Brasil, assim como todos os países, que por sua vez, também gostam de comércio, têm grandes esperança de estabelecer a compra de ativos e passivos, com a mesma intensidade das promessas de compra e venda".
A lamentar a presença ostensiva da Interpol, Scotland Yard e FBI de plantão nos portos brasileiros, numa atitude claramente contrária aos interesses nacionais.
EXTRA EXTRA !!! MUSEU DO CAIRO ATESTA QUE SARNEY É MÚMIA VIVA.
VALE DOS REIS - Com grande estardalhaço, o Museu do Cairo acaba de divulgar que o senador José Sarney é um fenômeno inexplicável e sem sombra de dúvida é a única múmia viva em exercício de sua antiguidade.
O Dr. Farouk Farrofah, abalizado egiptólogo contemporâneo de Lord Carnavon, descobridor do túmulo de Tutancamom, declarou que na época havia colhido alguns fios negros na tumba do rei, mas que não havia conseguido identificar a que parte do corpo pertenciam. O Material foi então remetido ao Instituto de Pesquisa do Cairo, onde foi esclarecido que os fios eram de um bigode tingido de negro graúna.
Inscrições descobertas em um rolo de papiro fortuitamente encontrado foram traduzidos e neles consta que José Sarney foi ministro de Tutancamom, antes de cair em desgraça por ser useiro e vezeiro em conspirações palacianas.
Equipe liderada pelo Dr. Farouk desembarca esta semana em Brasília, onde pretende analisar o fenômeno, aproveitando para trocar trocar dois dedos de prosa com a múmia viva.
Fontes fidedignas afirmam que o senador não pretende parlamentar com os egiptólogos receoso de que seja repatriado e portanto excluído de seu longevo mister intrigante e conspiratório.
Dada a relevância da descoberta, o Itamarati programou coquetel para o dia 29 do corrente, tendo expedido convites para todo o corpo diplomático acreditado na capital federal, evento ao qual dará continuidade o baile "tiras de linho". O clímax das festividades será o sorteio de licitações viciadas enroladas em folhas de papiro.
VALE DOS REIS - Com grande estardalhaço, o Museu do Cairo acaba de divulgar que o senador José Sarney é um fenômeno inexplicável e sem sombra de dúvida é a única múmia viva em exercício de sua antiguidade.
O Dr. Farouk Farrofah, abalizado egiptólogo contemporâneo de Lord Carnavon, descobridor do túmulo de Tutancamom, declarou que na época havia colhido alguns fios negros na tumba do rei, mas que não havia conseguido identificar a que parte do corpo pertenciam. O Material foi então remetido ao Instituto de Pesquisa do Cairo, onde foi esclarecido que os fios eram de um bigode tingido de negro graúna.
Inscrições descobertas em um rolo de papiro fortuitamente encontrado foram traduzidos e neles consta que José Sarney foi ministro de Tutancamom, antes de cair em desgraça por ser useiro e vezeiro em conspirações palacianas.
Equipe liderada pelo Dr. Farouk desembarca esta semana em Brasília, onde pretende analisar o fenômeno, aproveitando para trocar trocar dois dedos de prosa com a múmia viva.
Fontes fidedignas afirmam que o senador não pretende parlamentar com os egiptólogos receoso de que seja repatriado e portanto excluído de seu longevo mister intrigante e conspiratório.
Dada a relevância da descoberta, o Itamarati programou coquetel para o dia 29 do corrente, tendo expedido convites para todo o corpo diplomático acreditado na capital federal, evento ao qual dará continuidade o baile "tiras de linho". O clímax das festividades será o sorteio de licitações viciadas enroladas em folhas de papiro.
PILEQUE
Agora que tudo acabou
deixo-me a sós.
Quero apenas sair pela casa.
Pelos cantos...
Catar retalhos.
Um laço de fita.
Uma mecha de cabelo.
Meu Deus!...aquela foto!...
O ingresso de Ghost.
O urso de pelúcia.
A flor murcha.
O beijo na guardanapo.
Maldita lágrima...
Resista. Seja homem.
Acabou.
Tenha amor próprio.
Desligo o som?
Não dá....
É My Player.
The Platters.
A garrafa de uísque.
Mais uma dose.
Apago a luz?
Acendo o abajur?
Outra dose.
Minha cabeça rodando...
rodava mais que os casais...
Essa não!...tô bêbado.
Foda-se....
Seu idiota...
Ainda me mato...
Mas de jeito nenhum.
E Laura?
E Marta?
Eles me amam.
E eu aqui !...
Outra dose, imbecil ?!
Claro e por que não?
Ela não vale esta dor.
Vale...Oh meu Deus
Vale sim...e tanto...
Que será de mim?
Puta que pariu!...
O que é que eu faço?
Outra dose?
Obrigado.
Sou tão gentil comigo!
Sou meu amigo.
Sou tão antigo.
Sou meu inimigo.
Sou o quê, afinal de contas?
Sou isto mesmo.
Um fraco.
Eu me rendo.
Sou louco por ti.
Sou teu.
Sou nada.
Sou o que você
quiser que eu seja.
Pelo amor de Deus...
volta.
Não me deixe assim...
E esta noite sem fim...
Me Perdoa.
Volta.
Me aceita.
Bendito cigarro.
Amigo uísque.
Último cigarro.
Última dose.
Volta...
Volta...
Não me deixe num canto
como um brinquedo velho.
Acho que vou vomitar...
Tenho que rir!...
Que cena patética!
Um trapo, um bêbado.
Maldita noite.
Agonia...
Letargia...
E esta tristeza sem fim.
Agora que tudo acabou
deixo-me a sós.
Quero apenas sair pela casa.
Pelos cantos...
Catar retalhos.
Um laço de fita.
Uma mecha de cabelo.
Meu Deus!...aquela foto!...
O ingresso de Ghost.
O urso de pelúcia.
A flor murcha.
O beijo na guardanapo.
Maldita lágrima...
Resista. Seja homem.
Acabou.
Tenha amor próprio.
Desligo o som?
Não dá....
É My Player.
The Platters.
A garrafa de uísque.
Mais uma dose.
Apago a luz?
Acendo o abajur?
Outra dose.
Minha cabeça rodando...
rodava mais que os casais...
Essa não!...tô bêbado.
Foda-se....
Seu idiota...
Ainda me mato...
Mas de jeito nenhum.
E Laura?
E Marta?
Eles me amam.
E eu aqui !...
Outra dose, imbecil ?!
Claro e por que não?
Ela não vale esta dor.
Vale...Oh meu Deus
Vale sim...e tanto...
Que será de mim?
Puta que pariu!...
O que é que eu faço?
Outra dose?
Obrigado.
Sou tão gentil comigo!
Sou meu amigo.
Sou tão antigo.
Sou meu inimigo.
Sou o quê, afinal de contas?
Sou isto mesmo.
Um fraco.
Eu me rendo.
Sou louco por ti.
Sou teu.
Sou nada.
Sou o que você
quiser que eu seja.
Pelo amor de Deus...
volta.
Não me deixe assim...
E esta noite sem fim...
Me Perdoa.
Volta.
Me aceita.
Bendito cigarro.
Amigo uísque.
Último cigarro.
Última dose.
Volta...
Volta...
Não me deixe num canto
como um brinquedo velho.
Acho que vou vomitar...
Tenho que rir!...
Que cena patética!
Um trapo, um bêbado.
Maldita noite.
Agonia...
Letargia...
E esta tristeza sem fim.
MEU AMOR
Como é que eu posso descrever o sol
que sinto?... mas não vejo
E o universo?...se nem existo.
Como é que eu faço?
Como é que eu digo?
Se tantas coisas me emocionam
pode ser então que o extrato
do que eu não toco e não vejo
eu resuma na alquimia de um beijo.
É como tentar reproduzir as cores
de uma orquídea selvagem.
Talvez mais fácil seja imitar
o arco-íris. Pobre aquarela!...
Trazer o pote de ouro,
contar as moedas.
Dar forma ao ar que respiro?
Seria o aconchego e o calor
do colo de mãe?
Quem sabe a dor de uma perda?
Não...é pouco comparado
ao teu abraço envolvente
que me deixa perdido na ternura.
que sinto?... mas não vejo
E o universo?...se nem existo.
Como é que eu faço?
Como é que eu digo?
Se tantas coisas me emocionam
pode ser então que o extrato
do que eu não toco e não vejo
eu resuma na alquimia de um beijo.
É como tentar reproduzir as cores
de uma orquídea selvagem.
Talvez mais fácil seja imitar
o arco-íris. Pobre aquarela!...
Trazer o pote de ouro,
contar as moedas.
Dar forma ao ar que respiro?
Seria o aconchego e o calor
do colo de mãe?
Quem sabe a dor de uma perda?
Não...é pouco comparado
ao teu abraço envolvente
que me deixa perdido na ternura.
Então como é que canto, escrevo,
traduzo este doce alegoria?
Mas como se a pena treme?
Parkinson ou epilepsia?
Nada trás entendimento.
Só me vejo tonto de absinto,
letárgico de ópio,
patético de heroína,
eufórico de êxtase.
traduzo este doce alegoria?
Mas como se a pena treme?
Parkinson ou epilepsia?
Nada trás entendimento.
Só me vejo tonto de absinto,
letárgico de ópio,
patético de heroína,
eufórico de êxtase.
Só me resta uma prece agradecida
a uma força além dos meus sentidos,
que me deu um pedaço de si mesma.
a uma força além dos meus sentidos,
que me deu um pedaço de si mesma.
GENTE
O Amor que a gente sente o coração não mente.
A saudade que a gente sente é presente
O rancor que a gente sente é demente
A amizade que a gente sente é contente
A alegria que a gente sente é aparente
A paixão que a gente sente é doente
A tristeza que a gente sente é dolente
A bondade que a gente sente é polivalente
A ingratidão que a gente sente é renitente
A piedade que a gente sente é intermitente
A maldade que a gente sente é consciente
O orgulho que a gente sente é insolente
A luxúria que gente sente é quente
O preconceito que a gente sente é excludente
A inveja que a gente sente é carente
A amargura que a gente sente é onipresente
O medo que a gente sente é Inconsciente
A ternura que a gente sente é envolvente
O prazer que a gente sente é ardente
A coragem que a gente sente é imprudente
O ressentimento que gente sente é recorrente
A cobiça que a gente sente é inclemente
A esperança que a gente sente é inconsistente
O desejo que a gente sente é onipresente
A covardia que a gente sente é deprimente
A vaidade que a gente sente é inconsequente
A ignorância que a gente sente é onisciente
A compaixão que a gente sente é conveniente
O pudor que a gente sente é indecente
A fé que a gente sente vai na frente
E assim vamos em frente
Porque a gente é gente.
A saudade que a gente sente é presente
O rancor que a gente sente é demente
A amizade que a gente sente é contente
A alegria que a gente sente é aparente
A paixão que a gente sente é doente
A tristeza que a gente sente é dolente
A bondade que a gente sente é polivalente
A ingratidão que a gente sente é renitente
A piedade que a gente sente é intermitente
A maldade que a gente sente é consciente
O orgulho que a gente sente é insolente
A luxúria que gente sente é quente
O preconceito que a gente sente é excludente
A inveja que a gente sente é carente
A amargura que a gente sente é onipresente
O medo que a gente sente é Inconsciente
A ternura que a gente sente é envolvente
O prazer que a gente sente é ardente
A coragem que a gente sente é imprudente
O ressentimento que gente sente é recorrente
A cobiça que a gente sente é inclemente
A esperança que a gente sente é inconsistente
O desejo que a gente sente é onipresente
A covardia que a gente sente é deprimente
A vaidade que a gente sente é inconsequente
A ignorância que a gente sente é onisciente
A compaixão que a gente sente é conveniente
O pudor que a gente sente é indecente
A fé que a gente sente vai na frente
E assim vamos em frente
Porque a gente é gente.
MINHA POESIA
Minha poesia só quer ser entendida,
Senão sua mensagem não vale a pena.
Quero minhas emoções a toda brida
Galopando pela noite que já serena.
Ela quer apenas que a sua alma,
De par com a minha pelos caminhos,
Se encontrem e com toda a calma
Dividam sonhos, dores e carinhos.
Meus versos e rimas possuídas
De paixão, sonhos e desejos
Sejam a razão de nossas vidas.
Se, de resto, não lograr sentido
E se perder em reles lampejos
Que morra antes de ter nascido.
Minha poesia só quer ser entendida,
Senão sua mensagem não vale a pena.
Quero minhas emoções a toda brida
Galopando pela noite que já serena.
Ela quer apenas que a sua alma,
De par com a minha pelos caminhos,
Se encontrem e com toda a calma
Dividam sonhos, dores e carinhos.
Meus versos e rimas possuídas
De paixão, sonhos e desejos
Sejam a razão de nossas vidas.
Se, de resto, não lograr sentido
E se perder em reles lampejos
Que morra antes de ter nascido.
BATALHA (alegoria de um amor antigo)
Diante de ti eu me rendo
e me inclino subserviente.
Deponho armas e bandeiras.
A teus pés os meus despojos deposito.
Permita somente que eu recolha
o que sobrou de minha honra.
No campo ensanguentados ao fim do dia
Mandei soar as trompas de pesar.
Aos sinos ordenei dobrarem
consoantes com a minha dor
aos quatro ventos.
De mãos atadas sigo o teu triunfo.
Poupa-me da humilhação.
Lutei a boa luta e no fragor da batalha
suei sangue e lágrimas.
Em vão busquei a morte,
o golpe derradeiro e fatal.
Sou teu prisioneiro
e não temo o castigo.
Exponha minhas vísceras
e nervos. Ata-me à roda.
Sufoca-me o garrote.
Que eu monte o cavalete.
Eviscera-me e exponha o meu vazio.
Minh'alma, se existe,
perdida está e por aí vaga
a procura de guarida
em alguma longínqua ermida
do teu impiedoso coração.
Como pode ser imensa a tua indiferença?
Como não antevi tanta desgraça?
Eu me pergunto, pasmo e louco,
porque esta saudade, se tão pouco
tu me destes para relembrar?
Então que assim seja. Aceito a derrota
e o teu desprezo inclemente,
as masmorras e o esquecimento.
Que se apague o meu nome.
Espalhem minhas cinzas pelo campo.
o menor rastro de mim
será varrido pelo vento.
Não há de haver o menor vestígio
de minha passagem por tua vida.
Nada mais resta para comprovar
que atravessei o teu caminho.
Minha lembrança há de ser lenda
esquecida pela plebe e pelos
menestréis; sem canto,
ode, saga ou saudade.
Permita Deus que a minha história
por insolente teimosia persista.
E que o último trovador
cante a minha triste história
em prosa ou verso.
Se alguma alma apiedar-se
não será vã a minha triste sina.
De resto, é sempre mesmo assim:
todo amor que apraz imolar-se
só se vê doente e louco
quando já é tarde para se salvar
um resquício de consciência,
um átimo de decência
e uma derradeira luz no olhar.
Diante de ti eu me rendo
e me inclino subserviente.
Deponho armas e bandeiras.
A teus pés os meus despojos deposito.
Permita somente que eu recolha
o que sobrou de minha honra.
No campo ensanguentados ao fim do dia
Mandei soar as trompas de pesar.
Aos sinos ordenei dobrarem
consoantes com a minha dor
aos quatro ventos.
De mãos atadas sigo o teu triunfo.
Poupa-me da humilhação.
Lutei a boa luta e no fragor da batalha
suei sangue e lágrimas.
Em vão busquei a morte,
o golpe derradeiro e fatal.
Sou teu prisioneiro
e não temo o castigo.
Exponha minhas vísceras
e nervos. Ata-me à roda.
Sufoca-me o garrote.
Que eu monte o cavalete.
Eviscera-me e exponha o meu vazio.
Minh'alma, se existe,
perdida está e por aí vaga
a procura de guarida
em alguma longínqua ermida
do teu impiedoso coração.
Como pode ser imensa a tua indiferença?
Como não antevi tanta desgraça?
Eu me pergunto, pasmo e louco,
porque esta saudade, se tão pouco
tu me destes para relembrar?
Então que assim seja. Aceito a derrota
e o teu desprezo inclemente,
as masmorras e o esquecimento.
Que se apague o meu nome.
Espalhem minhas cinzas pelo campo.
o menor rastro de mim
será varrido pelo vento.
Não há de haver o menor vestígio
de minha passagem por tua vida.
Nada mais resta para comprovar
que atravessei o teu caminho.
Minha lembrança há de ser lenda
esquecida pela plebe e pelos
menestréis; sem canto,
ode, saga ou saudade.
Permita Deus que a minha história
por insolente teimosia persista.
E que o último trovador
cante a minha triste história
em prosa ou verso.
Se alguma alma apiedar-se
não será vã a minha triste sina.
De resto, é sempre mesmo assim:
todo amor que apraz imolar-se
só se vê doente e louco
quando já é tarde para se salvar
um resquício de consciência,
um átimo de decência
e uma derradeira luz no olhar.
TEMPO
Tu, tempo, não és o senhor da razão.
És deboche, puro escárnio, riso
Que de mim se alimenta e liso
Se evade sem compaixão.
És deboche, puro escárnio, riso
Que de mim se alimenta e liso
Se evade sem compaixão.
Tu, tempo cruel e indiferente e frio.
Não te apiedas do meu amor presente
E flui e passa e segue como um rio
Que me deixa à margem consciente.
Não te apiedas do meu amor presente
E flui e passa e segue como um rio
Que me deixa à margem consciente.
Tudo o que me resta e ver passar
Minutos, horas... tic, tac, tic, tac...
Lutarei contra o finito o quanto posso
Minutos, horas... tic, tac, tic, tac...
Lutarei contra o finito o quanto posso
Só para ver um dia o teu pesar.
Vou me enfeitar, juro, por um fraque
E ver um Big Bang te anular.
Vou me enfeitar, juro, por um fraque
E ver um Big Bang te anular.
PLANALTO REORGANIZA ALMOXARIFADO DE ESCÂNDALOS
SUB-SOLO - Após reunião secreta no sub-solo no Palácio da Alvorada, Dilma Rousseff e assessores sem crachá - todos devidamente equipados com máscaras anti-pólen, luvas e óculos de proteção - puseram mãos à obra e deram um trato nos pacotes de escândalos tipo arquivo morto.
A Presidanta(presidenta anta) está muito preocupada com a iminência de faltar material para a imprensa chocar a opinião pública, chamando para si a responsabilidade de organizar a força-tarefa para tanto.
A descoberta do projeto "exumação", codinome da operação, só foi possível graças à "vendetta" de um ministro que perdeu sua pasta após ser flagrado aceitando propina abaixo do teto estabelecido de U$ 100 milhões.
Comenta-se nos corredores palacianos que "A Cúpula" não admite que se pronuncie mais o nome do tal traíra. A ABIN(Agência Brasileira de Intrometidos Nacionalistas) foi instruída a instalar escutas nos telefones dos congressistas, e também no túnel do tempo, de modo a pegar no pulo os negligentes e/ou fofoqueiros.
Dilma Rousseff foi vista atravessando o gramado do Alvorada,alta madrugada do Alvorada, empurrando um carinho de mão cheio de pacotes, oportunidade em que nossa equipe de repórteres investigativos conseguiu ouvir a mandatária resmungando impropérios e jurando de morte o X-9 que dedurou sua iniciativa.
A Presidanta(presidenta anta) está muito preocupada com a iminência de faltar material para a imprensa chocar a opinião pública, chamando para si a responsabilidade de organizar a força-tarefa para tanto.
A descoberta do projeto "exumação", codinome da operação, só foi possível graças à "vendetta" de um ministro que perdeu sua pasta após ser flagrado aceitando propina abaixo do teto estabelecido de U$ 100 milhões.
Comenta-se nos corredores palacianos que "A Cúpula" não admite que se pronuncie mais o nome do tal traíra. A ABIN(Agência Brasileira de Intrometidos Nacionalistas) foi instruída a instalar escutas nos telefones dos congressistas, e também no túnel do tempo, de modo a pegar no pulo os negligentes e/ou fofoqueiros.
Dilma Rousseff foi vista atravessando o gramado do Alvorada,alta madrugada do Alvorada, empurrando um carinho de mão cheio de pacotes, oportunidade em que nossa equipe de repórteres investigativos conseguiu ouvir a mandatária resmungando impropérios e jurando de morte o X-9 que dedurou sua iniciativa.
PRECE
O que posso mais querer da vida
Se te amei e fui correspondido?
Que alegria se compara à doce lida
Que me custe atender a um teu pedido.
O que posso mais querer da vida
Se te amei e fui correspondido?
Que alegria se compara à doce lida
Que me custe atender a um teu pedido.
Penso que Deus brinca comigo
Me sorteando entre os mortais
Só para ver a minha alegria
Provando o céu cedo demais.
Me sorteando entre os mortais
Só para ver a minha alegria
Provando o céu cedo demais.
E por mais que eu Lhe seja grato
E que reze e que ore eternamente
Fico aquém do que Lhe é devido.
E que reze e que ore eternamente
Fico aquém do que Lhe é devido.
Que eu não Lhe seja ingrato
E dê a ela ardentemente
Tudo que lhe é devido
E dê a ela ardentemente
Tudo que lhe é devido
Olhando para este homem despojado, sendo ele o Presidente da República Oriental do Uruguai, fica mais fácil acreditar que o homem ainda tem jeito. Quer queira que não, existe uma distância que o separa dos uruguaios comuns. Tanto lá quanto aqui ou em qualquer lugar do mundo, as autoridades estão revestidas da dignidade inerente ao cargo. Este dogma não se aplica a José Mujica. Ele aceita a investidura apenas como uma obrigação de prestação de serviço a seu povo, responsabilidade esta indissociável do cargo que ocupa. Apenas isto. De resto, ele se vê um uruguaio comum e, de fato, ele é comum. É mais um uruguaio. Mas é ai que se estabelece a abissal diferença com a grande maioria dos estadistas mundo afora. Estes, quase sem exceção, assumem ares de cidadãos especiais, acima dos mortais comuns e, não raro, comentem desatinos e desmandos respaldando-se na importância de seus cargos. José Mujica pensa e age diferente. Lá na sua fazenda(acho que ele tem uma), na rua, dentro de um táxi ou coletivo, ele se mistura com o povo. Convive com ele. Esta proximidade faz dele um onbudsman em tempo integral. Esta proximidade cria um vínculo que eu ousaria chamar de camaradagem. Imagine você em um coletivo, sentado ao lado do Presidente da República. No Uruguaia isto é comum. No ônibus ou num táxi. No mínimo um bom dia vai ser dito de parte a parte. Se você for um pouco mais afoito, vai ponderar alguma coisa com o Presidente e até fazer algumas reclamações e solicitar providência para melhorar isto ou aquilo. O Presidente da banda oriental vai lhe dar atenção e até um dedo de prosa. Neste ponto volto à nossa realidade assim como a outras tantas neste mundo sem Deus. Fico imaginando como seria nosso País com um homem deste quilate no comando. Fico cogitando quem se atreveria a aprontar o elenco de bandalheiras cometidas dia a dia, tendo o exemplo de conduta de um José Mujica a lhes frustrar os despautérios, engôdos e tramoias. Enfim, um homem deste porte é improvável no Brasil. Os uruguaios são muito mais letrados do que nós e, com esta vantagem, podem eleger um bom presidente. Elegem até um José Mujica, seguramente bem acima de suas melhores expectativas. Aqui o buraco é mais embaixo e muito mais fundo. A estratégia de nossos governantes é outra. Esculachando a educação, nossos líderes garantem cidadãos ignorantes e submissos. E desse modo estamos fadados a Lulas e congêneres. Desgraça pouca é bobagem!
Acabei de ouvir Ricardo Boechat no jornal da Bandnews FM. Boechat retornou ontem de Montivideu onde entrevistou o Presidente da República José Mojica.
Entre outras considerações, o jornalista fala de sua admiração pelo político uruguaio, citando o seu modo de vida espartano e a singeleza de sua casa nos arredores da capital. Cita que José Mujica não tem segurança em sua residência e se admira com a falta de preocupação do presidente com a sua segurança.
Entre outras considerações, Boechat conta que perguntou a José Mujica se ele não teme a crítica de seus(poucos) opositores, quando estes afirmam que ele nada mais faz do que marketing político. José Mujica respondeu com uma pergunta: "se é marketing, o que eu estou ganhando com isso"?
? De fato o que ele lucrou ou lucraria se deixa brevemente o poder e não pode se reeleger porque, no Uruguai, este instituto não é contemplado pela constituição nacional? ?E mais: do que ele se beneficiou durante o seu mandato, andando de ônibus ou táxi, sem comboios e batedores, sem eira nem beira lá no seu cantinho, abrindo mão dos confortos e pompas do Palácio Presidencial?
O conjunto da obra de José Mujica na condução de seu país tem colocado esta pequena nação na vitrine do mundo. Os olhos das nações estão voltados para a o foco de sua administração dirigida para bem-estar e para a felicidade de seu povo.
Em seguida Boechat pondera como seria o mundo, particularmente o Brasil, se os políticos praticassem a austeridade em vez de saírem por aí, por exemplo, em comitivas parelhas com os desfiles dos marajás, com seus elefantes ricamente adornados à frente de não menos ricas e reluzentes comitivas.
Finaliza com ênfase no aspecto falta de segurança de José Mujica, exposto a qualquer maluco de plantão à procura, talvez, de seus 15 minutos de fama(a citação do maluco é minha).
Deste ponto Boechat não faz nenhuma ilação. Mas quero ter a audácia de concluir que a segurança de José Mujica é garantida por sua DIGNIDADE. Esta mesma dignidade repelida por nossos políticos como se peste fora. Enquanto Mujica dorme de janelas e portas abertas, num local relativamente ermo da capital uruguaia, os nossos dirigentes não ousariam botar o nariz para fora da porta sem um forte aparato de segurança. Se tivessem coragem para tanto, seriam escorraçados a pontapés na bunda ou então pendurados no primeiro viaduto disponível, a exemplo do fim de Benito Mussolini.
Entre outras considerações, o jornalista fala de sua admiração pelo político uruguaio, citando o seu modo de vida espartano e a singeleza de sua casa nos arredores da capital. Cita que José Mujica não tem segurança em sua residência e se admira com a falta de preocupação do presidente com a sua segurança.
Entre outras considerações, Boechat conta que perguntou a José Mujica se ele não teme a crítica de seus(poucos) opositores, quando estes afirmam que ele nada mais faz do que marketing político. José Mujica respondeu com uma pergunta: "se é marketing, o que eu estou ganhando com isso"?
? De fato o que ele lucrou ou lucraria se deixa brevemente o poder e não pode se reeleger porque, no Uruguai, este instituto não é contemplado pela constituição nacional? ?E mais: do que ele se beneficiou durante o seu mandato, andando de ônibus ou táxi, sem comboios e batedores, sem eira nem beira lá no seu cantinho, abrindo mão dos confortos e pompas do Palácio Presidencial?
O conjunto da obra de José Mujica na condução de seu país tem colocado esta pequena nação na vitrine do mundo. Os olhos das nações estão voltados para a o foco de sua administração dirigida para bem-estar e para a felicidade de seu povo.
Em seguida Boechat pondera como seria o mundo, particularmente o Brasil, se os políticos praticassem a austeridade em vez de saírem por aí, por exemplo, em comitivas parelhas com os desfiles dos marajás, com seus elefantes ricamente adornados à frente de não menos ricas e reluzentes comitivas.
Finaliza com ênfase no aspecto falta de segurança de José Mujica, exposto a qualquer maluco de plantão à procura, talvez, de seus 15 minutos de fama(a citação do maluco é minha).
Deste ponto Boechat não faz nenhuma ilação. Mas quero ter a audácia de concluir que a segurança de José Mujica é garantida por sua DIGNIDADE. Esta mesma dignidade repelida por nossos políticos como se peste fora. Enquanto Mujica dorme de janelas e portas abertas, num local relativamente ermo da capital uruguaia, os nossos dirigentes não ousariam botar o nariz para fora da porta sem um forte aparato de segurança. Se tivessem coragem para tanto, seriam escorraçados a pontapés na bunda ou então pendurados no primeiro viaduto disponível, a exemplo do fim de Benito Mussolini.
Dilma, Deixa eu te FALAR UMA Coisa!
Sou Fernanda Melo, Medica, moradora e trabalhadora de Cabo Frio, Cidade da baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro.
E ste Ano completo 7 anos de Formada Pela Universidade Federal Fluminense e from entao, POR Opção de Vida, Trabalho não interior. Hoje Inclusive, Nao moro num grande centro Mais. Ja trabalhei los CADA canto ...
Sou Fernanda Melo, Medica, moradora e trabalhadora de Cabo Frio, Cidade da baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro.
E ste Ano completo 7 anos de Formada Pela Universidade Federal Fluminense e from entao, POR Opção de Vida, Trabalho não interior. Hoje Inclusive, Nao moro num grande centro Mais. Ja trabalhei los CADA canto ...
Você. Localidade: Não SABE o Que eu vi e vivi JÁ, Nao Só Como Medica, mas Como Cidadã brasileira. Ja tiva Opaco comprar Remédio com Meu Dinheiro, o Porque a Mãe da Criança Só tinha R $ 2,00 de para comprar o pão.
Por Que Comprei?
Porqué nao tinha Vaga nenhum parágrafo do hospital internar e Eu ja tinha USADO de Todos os Espaços Possíveis parágrafos internar Os mais sepulturas (inclusive fazer corredor!).
Você. SABE o Que E puxadinho?
Agora, JA Viu Dentro de Enfermaria? E Pois, eu JÁ VI. E muitos. Sabe o Que E Mãe e Filho dormirem na MESMA maca o Porque Simplesmente Localidade: Não havia Espaço parágrafo Sequer UMA Cadeira?
Agora, JA Viu Dentro de Enfermaria? E Pois, eu JÁ VI. E muitos. Sabe o Que E Mãe e Filho dormirem na MESMA maca o Porque Simplesmente Localidade: Não havia Espaço parágrafo Sequer UMA Cadeira?
Ja Viu macas Tão grudadas, mas Tão grudadas, Que na Hora da Visita Médica era necessario Chamar hum hum POR parágrafo o Consultório o Porque era Impossível Transitar na Enfermaria?
Ja trabalhei num local de los Opaco tiva that that autorizar o trouxesse familiarizado comida (nao tinha, ora bolas!) E JÁ trabalhei los Outro Opaco lotava na Hora do Lanche (DIGA-SE refresco ralo com biscoito de péssima Qualidade) era Opaco distribuido AOS Opaco aguardavam na Recepção.
Ja esperei 12 Horas POR UM Simples hemograma. Ja Perdi o Paciente Antes de conseguir hum mera ultrassonografia. Ja vi luva Descartável serviços Reciclada. Ja deixei de conseguir vaga los UTI pra Doente túmulo o Porque eu Localidade: Não tinha hum Exame complementar Opaco justificasse o Pedido.
Ja Fui ambuzando hum prematuro de 1 kg (Opaco Óbvio, a Mãe Localidade: Não tinha Feito pré natal!) POR 40 km de para ve-lo Morrer na porta do Hospital SEM Poder Fazer nada. A Ambulância Localidade: Não tinha nada ...
Tem Mais, calma! Ja tiva Opaco escolher Direta UO indiretamente QUEM Deverià Viver. E Morrer ...
Ja Ouvi Muito desaforo de Paciente, revoltando com Tanto descaso e Opaco na Hora da Raiva, não desconta Médico, Como eu, Colegas MEUS Como, na Enfermeira, na recepcionista, sem Segurança, mas Nunca em voce.
Ja ouviu alguem DiZer na tua Cara: meu Filho Vai Morrer ea culpa E tua? Nao, né? E a Minha era NEM culpa, mas era tua, TALVEZ. Ou fazer TEU antecessor. Ou fazer antecessor DELE ...
Ja vi gente Morrer! Óbvio, medico de sempre ve gente Morrendo, mas de apendicite, o Porque Localidade: Não tinha Centro Cirúrgico não Lugar, NEM Ambulância pra transferir, NEM vaga los Outro hospital?
Agonizando, de Insuficiência Respiratória, o Porque Localidade: Não tinha laringoscópio, Nao tinha tubo, Nao tinha respirador?
De sepse, o Porque Localidade: Não tinha antibiótico, Nao tinha Isolamento, Nao tinha UTI?
A gente E Preparado pra ver gente Morrer, mas Localidade: Não nessas CONDIÇÔES.
Ah Dilma, Você. Localidade: Não SABE MESMO o Que eu JÁ VI! Mas Deixa eu te FALAR UMA Coisa: trazer Médico de Cuba, de Marte UO de QUALQUÉR Outro Lugar, Nao Vai resolver nada!
E voce SABE Bem Disso.
Só ESTA tentado enrolar a gente com ESSA Fiada conversa. Descaso E Tanto, tanta carência, do tanto despreparo ...
Como PESSOAS adoecem Pela fome, Pela sede, Pela Falta de Saneamento e Educação e QUANDO OS procuram hospitais, despejam los NÓS Todas SUAS como frustrações, Medos, incertezas ...
Mas como Vezes eu nao tenho luva e fio pra Fazer UMA sutura, o Opaco Dira UMA RESPOSTA parágrafo TODO o Seu Sofrimento!
O Problema do Interior Localidade: Não E Falta de Médico. E Falta de Estrutura, de INTERESSE, de Vergonha na Cara. Na Tua Cara e Dessa corja Que te Acompanha!
Localidade: Não E de forma Salário Opaco uma gente reivindica. Eu Localidade: Não Quero ganhar Muito num Lugar Que tenha Opaco fingir Que Faço medicina. E Acho Que a maioria dos Médicos brasileiros also nao.
Quer hum Conselho?
Pare de besteira FALAR em Rede nacional e admita: ja DEU PRA VOCES!
Eu sei Que na Hora do Desespero, um apela gente, mas Vamos combinar, Você. abusou!
Se Você. Localidade: Não SABE serviços "presidenta", desculpe-me, mas eu sei Ser Medica, mas POR Conta da Incompetencia de Voces, Nao ESTOU conseguindo exercer Minha função com louvor!
Nao sei se ISSO Vai chegar ATÉ Voce, mas valeu JÁ Pelo Desabafo!
GRAÇA FOSTER É ADOTADA PELA FAMÍLIA ADDAMS.
TRANSILVÂNIA - Penalizada com os percalços de Graça Fortes atazanada pelo imbroglio Pasadena, a família Addams resolveu adotar a presidenta da Petrobras.
Ainda esta semana, Gomez Addams aterrissa no Rio de Janeiro encarapitado em vassoura Firebold de última geração, sobraçando presentes e mimos para atenuar a profunda depressão da executiva.
Instada a pronunciar-se a propósito, Graça Foster deu um sorriso apavorante e disse que sente uma saudade atávica da boa terra, acrescentando que nunca colocou seus pezinhos no sagrado solo romeno.
A Petrobras não admite a perda de sua presidenta e já avisou que vai partir para a macumba, feitiçaria e sortilégios contra a funesta intenção dos Addams.
Aproveitando a estada de Gomez, Dilma Rousseff manda lembranças a Vlad III(o empalador), Príncipe da Valáquia, que vem a ser seu contraparente em encarnações passadas.
Lauto banquete será oferecido por Mortiça à Gracinha Foster, quando de sua chegada à horripilante mansão dos Addams. Gomez, por sua vez declarou que pretende levantar o seu astral, adiantando-lhe o cardápio à base de tenros filhotes de aranhas caranguejeiras, sapos da hora e sanguessugas recheadas com o melhor sangue fresco disponível no Mercado Pantanoso - referência da alta gastronomia Transilvânica.
Consta que na Romênia os convite para o concorrido banquete estão sendo disputados em verdadeiras batalhas campais e que as carcaças dos vencidos serão aproveitados para a sobremesa.
Ainda esta semana, Gomez Addams aterrissa no Rio de Janeiro encarapitado em vassoura Firebold de última geração, sobraçando presentes e mimos para atenuar a profunda depressão da executiva.
Instada a pronunciar-se a propósito, Graça Foster deu um sorriso apavorante e disse que sente uma saudade atávica da boa terra, acrescentando que nunca colocou seus pezinhos no sagrado solo romeno.
A Petrobras não admite a perda de sua presidenta e já avisou que vai partir para a macumba, feitiçaria e sortilégios contra a funesta intenção dos Addams.
Aproveitando a estada de Gomez, Dilma Rousseff manda lembranças a Vlad III(o empalador), Príncipe da Valáquia, que vem a ser seu contraparente em encarnações passadas.
Lauto banquete será oferecido por Mortiça à Gracinha Foster, quando de sua chegada à horripilante mansão dos Addams. Gomez, por sua vez declarou que pretende levantar o seu astral, adiantando-lhe o cardápio à base de tenros filhotes de aranhas caranguejeiras, sapos da hora e sanguessugas recheadas com o melhor sangue fresco disponível no Mercado Pantanoso - referência da alta gastronomia Transilvânica.
Consta que na Romênia os convite para o concorrido banquete estão sendo disputados em verdadeiras batalhas campais e que as carcaças dos vencidos serão aproveitados para a sobremesa.
FICA
O que será de mim se ela partir?
Experimente não respirar, não sonhar.
Tente viver, ser, e não sentir
a agonia da sede no mar de amar...
O que será de mim se ela partir?
Experimente não respirar, não sonhar.
Tente viver, ser, e não sentir
a agonia da sede no mar de amar...
O que será de mim sem ela
e o castanho olhar andaluz?
Está escuro, preciso abrir.a janela.
Tenho medo. Virei menino. Reluz.
e o castanho olhar andaluz?
Está escuro, preciso abrir.a janela.
Tenho medo. Virei menino. Reluz.
Fica. Não me abandone comigo.
Por favor, diga uma palavra...
Sou o seu amor, o teu companheiro...
Por favor, diga uma palavra...
Sou o seu amor, o teu companheiro...
Então pegue aquele punhal antigo
ou então a lança. Toma, crava
e me dilacera por inteiro.
ou então a lança. Toma, crava
e me dilacera por inteiro.
DÉJÀ VU
Meu Deus, eu conheço esta rua!...
Por ela eu já passei e já te vi
Na janela, provocante, nua e crua,
zombando de um tempo em que vivi.
Por ela eu já passei e já te vi
Na janela, provocante, nua e crua,
zombando de um tempo em que vivi.
Parece que entrei na contramão.
É devaneio ou é pura fantasia?
O que faço com esta alegoria
que teima enganar minha razão?
É devaneio ou é pura fantasia?
O que faço com esta alegoria
que teima enganar minha razão?
A quem posso pedir ajuda?
Em qual dimensão eu vou ser
o presente e a realidade?
Em qual dimensão eu vou ser
o presente e a realidade?
Me dê a mão. Alguém me acuda.
Um físico quântico, alguém há de ver
Se sou eu mesmo de verdade.
Um físico quântico, alguém há de ver
Se sou eu mesmo de verdade.
JANELA
Quando a tua janela de manhã se abre
o sol invade minha alma inteira.
E o calor que me aquece
muito mais me incendeia.
Quando a tua janela de manhã se abre
o sol invade minha alma inteira.
E o calor que me aquece
muito mais me incendeia.
Então me vejo mão no queixo
como uma criança sonhadora.
divagando na terra do nunca.
Mas tudo vale a pena...
Minha alma é pequena, eu sei,
mas pode conter, com jeitinho,
um sorriso teu de encantamento.
como uma criança sonhadora.
divagando na terra do nunca.
Mas tudo vale a pena...
Minha alma é pequena, eu sei,
mas pode conter, com jeitinho,
um sorriso teu de encantamento.
Quando a tua janela de manhã se abre
eu me cego contemplando o sol.
Vou tateando e o escuro me revela
as sensações perdidas nos normais.
Eu pego então o lenço esvoaçante
que do parapeito da janela caiu
com cheiro de cio ardente.
Atravesso a rua sem bengala
e de propósito caio perto de ti.
Para que a tua mão me ampare
E me ergas piedosa e boa
e me pergunte se doeu.
eu me cego contemplando o sol.
Vou tateando e o escuro me revela
as sensações perdidas nos normais.
Eu pego então o lenço esvoaçante
que do parapeito da janela caiu
com cheiro de cio ardente.
Atravesso a rua sem bengala
e de propósito caio perto de ti.
Para que a tua mão me ampare
E me ergas piedosa e boa
e me pergunte se doeu.
Quando a tua janela de manhã se abre
eu fico pensando na gente.
Bobo começo a rir de contente.
E danço e pulo e grito.
Que me importa se me internem...
Se enlouqueci a culpa é tua
que só consigo ver nua.
eu fico pensando na gente.
Bobo começo a rir de contente.
E danço e pulo e grito.
Que me importa se me internem...
Se enlouqueci a culpa é tua
que só consigo ver nua.
Quando a tua janela se fecha, à noite,
volto pra casa e vou sonhar.
volto pra casa e vou sonhar.
Debaixo de tua janela vou vivendo.
E de teimoso fico esperando
que a janela se abra e descortine
as ilusões que construí
com tijolo, massa e cimento.
Como um menino distraído
vou brincando de contente
enquanto você cresce e mente
me chamando de meu bem.
E de teimoso fico esperando
que a janela se abra e descortine
as ilusões que construí
com tijolo, massa e cimento.
Como um menino distraído
vou brincando de contente
enquanto você cresce e mente
me chamando de meu bem.
LULA COTADO PARA O NOBEL DE FÍSICA
ESTOCOLMO - Com novo galardão concedido pela Universidade de Salamanca(Espanha), o ex-presidente Luiz Ignácio Lula da Silva tornou-se forte candidato ao Nobel de Física de 2014.
A Academia de Ciência da Suécia está muito inclinada a conceder a honraria ao político brasileiro, levando em consideração o fato de que Lula abiscoitou pela 27○ vez o título de Doutor Honoris Causa, sendo a última honraria concedida pela universidade espanhola.
O presidente da academia sueca declarou ao nosso correspondente internacional Onbudsman da Silva que "os fatos falam por si e que não resta a menor dúvida o profundo conhecimento científico do estadista brasileiro". Acrescentou, ainda, "que a opção pelo prêmio de Física decorre da opção por uma especialidade que, sem demérito das demais, seria a que mais se coaduna com a excepcional capacidade intelectual do Sr. Lula".
A revelação desta possibilidade causou alvoroço no ABC, onde já se organiza caravana de cumpanheros para um rolé na Escandinávia, com direito a uma esticada na erótica Copenhaguen para compras e encomendas da militância sem cargos e boquetes, digo boquinhas em Brasília.
Marilena Chauí chefiara a delegação nomeada pelo partido para pressionar a academia sueca e já avisou que vai partir para a porrada caso o prêmio não seja concedido ao líder petista.
Lula recebeu nossa reportagem em sua casa e declarou que "caso eu seje o escolhido, vai ser mais uma conquista do povo brasileiro e para mim uma sastifação, uma vez que nunca ganhei nem prêmio de quermesse, quanto mais uma taça que nem essa que reconhece a minha suadera para perder a barriga. Encerrando declarou: "Eu nunca podia imaginar que o esforço físico da gente, sabe cumpanhero, fosse reconhecido no estrangeiro. Exclusive vou usar o dinheiro do prêmio ...para dar uma renovada na minha adega de 51, porque a gente merecemos comemorar com os amigo".
A Academia de Ciência da Suécia está muito inclinada a conceder a honraria ao político brasileiro, levando em consideração o fato de que Lula abiscoitou pela 27○ vez o título de Doutor Honoris Causa, sendo a última honraria concedida pela universidade espanhola.
O presidente da academia sueca declarou ao nosso correspondente internacional Onbudsman da Silva que "os fatos falam por si e que não resta a menor dúvida o profundo conhecimento científico do estadista brasileiro". Acrescentou, ainda, "que a opção pelo prêmio de Física decorre da opção por uma especialidade que, sem demérito das demais, seria a que mais se coaduna com a excepcional capacidade intelectual do Sr. Lula".
A revelação desta possibilidade causou alvoroço no ABC, onde já se organiza caravana de cumpanheros para um rolé na Escandinávia, com direito a uma esticada na erótica Copenhaguen para compras e encomendas da militância sem cargos e boquetes, digo boquinhas em Brasília.
Marilena Chauí chefiara a delegação nomeada pelo partido para pressionar a academia sueca e já avisou que vai partir para a porrada caso o prêmio não seja concedido ao líder petista.
Lula recebeu nossa reportagem em sua casa e declarou que "caso eu seje o escolhido, vai ser mais uma conquista do povo brasileiro e para mim uma sastifação, uma vez que nunca ganhei nem prêmio de quermesse, quanto mais uma taça que nem essa que reconhece a minha suadera para perder a barriga. Encerrando declarou: "Eu nunca podia imaginar que o esforço físico da gente, sabe cumpanhero, fosse reconhecido no estrangeiro. Exclusive vou usar o dinheiro do prêmio ...para dar uma renovada na minha adega de 51, porque a gente merecemos comemorar com os amigo".
PAÍSES FAZEM FILA PARA GANHAR OBRAS BRASILEIRAS
ITAMARATI - Podes crer, amizade! Esta gíria está se alastrando, com sotaque, entre os embaixadores acreditados em Brasília depois que o governo brasileiro inaugurou o programa bolsa-portos para as nações amigas, entregando o primeiro cartão a Cuba, agraciada com o porto de Mariel.
Agora é a vez do Uruguai em vias de receber um super-porto no estuário do Prata, com financiamento do BNDES(Banco Nacional de Desenvolvimento no Estrangeiro, via Focem(Fundo Orçamentário Com Empréstimos Mutretados).
As autoridades brasileiras envolvidas com o projeto garantem que esta é a melhor solução para o escoamento de nossos produtos retidos nos estreitos gargalos de nossos portos enquanto mofam aguardando liberação da medonha burocracia nacional.
Pouco antes de entrar em estado de choque, o Governador do Rio Grande do Sul emitiu nota na qual disse que este malfeito vai fechar para balanço dois portos de uma vez: o de Rio Grande e o de Paranaguá, em Santa Catarina. Solidário com o nobre colega gaúcho, o Governador de Santa Catarina, Otto Von Krigger, declarou guerra ao Brasil, deslocando tropas para a fronteira com o Paraná, de onde espera conter o iminente avanço das tropas federais e Cubanas - estas gentilmente cedidas por Raúl Castro em agradecimento pelo porto de Muriel.
A ONU enviou delegação para mediar o conflito e convocou reunião para ontem do conselho de segurança, avisando previamente à Russia que a alegação de que existem bolsões de etnias eslavas em Santa Catarina não serão sequer consideradas.
Em Brasília, a Presidenta Dilma Rousseff manifestou grande preocupação com a insurgência catarinense e espera que o bom senso prevaleça com o retorno das tropas aos quarteis antes da Oktoberfest. Ao ensejo da coletiva, a dignatária avisou aos países interessados em ganhar portos, aeroportos e obras de infraestrutura sortidas e variadas que devem preencher cadastro no BNDES ou nas agências da Caixa Econômica Federal.
Agora é a vez do Uruguai em vias de receber um super-porto no estuário do Prata, com financiamento do BNDES(Banco Nacional de Desenvolvimento no Estrangeiro, via Focem(Fundo Orçamentário Com Empréstimos Mutretados).
As autoridades brasileiras envolvidas com o projeto garantem que esta é a melhor solução para o escoamento de nossos produtos retidos nos estreitos gargalos de nossos portos enquanto mofam aguardando liberação da medonha burocracia nacional.
Pouco antes de entrar em estado de choque, o Governador do Rio Grande do Sul emitiu nota na qual disse que este malfeito vai fechar para balanço dois portos de uma vez: o de Rio Grande e o de Paranaguá, em Santa Catarina. Solidário com o nobre colega gaúcho, o Governador de Santa Catarina, Otto Von Krigger, declarou guerra ao Brasil, deslocando tropas para a fronteira com o Paraná, de onde espera conter o iminente avanço das tropas federais e Cubanas - estas gentilmente cedidas por Raúl Castro em agradecimento pelo porto de Muriel.
A ONU enviou delegação para mediar o conflito e convocou reunião para ontem do conselho de segurança, avisando previamente à Russia que a alegação de que existem bolsões de etnias eslavas em Santa Catarina não serão sequer consideradas.
Em Brasília, a Presidenta Dilma Rousseff manifestou grande preocupação com a insurgência catarinense e espera que o bom senso prevaleça com o retorno das tropas aos quarteis antes da Oktoberfest. Ao ensejo da coletiva, a dignatária avisou aos países interessados em ganhar portos, aeroportos e obras de infraestrutura sortidas e variadas que devem preencher cadastro no BNDES ou nas agências da Caixa Econômica Federal.
VAZIO.
Como dói acordar
e não ter você a meu lado.
Virar o corpo.
A mão tatear o vazio.
Abraçar o travesseiro.
Cheirar os lençóis.
Levantar. Ir ao banheiro.
Olhar fixo o espelho intuitivo
repetindo a cada gesto
que aquele não sou eu.
e não ter você a meu lado.
Virar o corpo.
A mão tatear o vazio.
Abraçar o travesseiro.
Cheirar os lençóis.
Levantar. Ir ao banheiro.
Olhar fixo o espelho intuitivo
repetindo a cada gesto
que aquele não sou eu.
Sair, viver pelas ruas.
Voltar à noite pra dormir.
Perder o sono.
Todo o abandono
do silêncio.
Olhar o teto.
Virar pro lado.
Rolar na cama.
Não dormir.
Voltar à noite pra dormir.
Perder o sono.
Todo o abandono
do silêncio.
Olhar o teto.
Virar pro lado.
Rolar na cama.
Não dormir.
Amanhã tudo de novo.
Acordar pra quê?
Onde está você agora?
Decerto em outro cama.
Enquanto em mim derrama
toda a falta de você.
Acordar pra quê?
Onde está você agora?
Decerto em outro cama.
Enquanto em mim derrama
toda a falta de você.
E quando a noite vier,
o que será de mim?
Abraço o travesseiro.
Finjo que durmo.
Finjo que sonho.
E acordo pra você.
o que será de mim?
Abraço o travesseiro.
Finjo que durmo.
Finjo que sonho.
E acordo pra você.
Enfim, o que fazer
se o meu leito
é deserto?
Sem sombra
e uma única miragem.
Sem a doce agonia
de te perder.
se o meu leito
é deserto?
Sem sombra
e uma única miragem.
Sem a doce agonia
de te perder.
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