Carioca Caetano Altafin fala sobre experiência
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Assisti emocionado a saga de Caê, e mais ainda pela motivação da viagem. Talita tocou o âmago da questão quando disse que Rafa foi um cara incrível. E como foi...Tive o privilégio de conviver com Rafa por poucos anos e em ocasiões esparsas e muito especiais. Foi o bastante para estimá-lo e adotá-lo como meu sobrinho espiritual. Tínhamos uma sintonia inexplicável. Nas raras vezes em que nos encontramos em virtude de morarmos distantes um do outro, o papo ia noite adentro. Rafafoi um anjo que passou por nossas vidas para deixar a ternura como legado. O resultado, entre outras dádivas, foi a viagem de Caê e a associação desta a uma causa nobre. Em 1975, perdi um sobrinho tal e qual Rafa. Era adorado e admirado por todos que tiveram a sorte de conviver com ele. Seu nome era Paulo Aníbal. Morreu na escalada do Pico da Bandeira, aos 19 anos. A partir desta triste episódio tentei entender o porquê da morte de uma pessoa tão fora do comum, ainda na flor da idade. A única conclusão a que pode chegar (e isto me confortou) foi supor que certos espíritos encontram-se em estágios avançados de iluminação. Poucos anos nesta encarnação bastam para avançar a um plano mais elevado de espiritualidade. Rafa era luz e agora deve ser resplendor. Ao lado do Pai, sorrindo aquele sorriso que expunha a alma, deve estar aguardando uma nova jornada nesta plano de expiação. Felizes os que o receberem em seu convívio.
Assisti emocionado a saga de Caê, e mais ainda pela motivação da viagem. Talita tocou o âmago da questão quando disse que Rafa foi um cara incrível. E como foi...Tive o privilégio de conviver com Rafa por poucos anos e em ocasiões esparsas e muito especiais. Foi o bastante para estimá-lo e adotá-lo como meu sobrinho espiritual. Tínhamos uma sintonia inexplicável. Nas raras vezes em que nos encontramos em virtude de morarmos distantes um do outro, o papo ia noite adentro. Rafafoi um anjo que passou por nossas vidas para deixar a ternura como legado. O resultado, entre outras dádivas, foi a viagem de Caê e a associação desta a uma causa nobre. Em 1975, perdi um sobrinho tal e qual Rafa. Era adorado e admirado por todos que tiveram a sorte de conviver com ele. Seu nome era Paulo Aníbal. Morreu na escalada do Pico da Bandeira, aos 19 anos. A partir desta triste episódio tentei entender o porquê da morte de uma pessoa tão fora do comum, ainda na flor da idade. A única conclusão a que pode chegar (e isto me confortou) foi supor que certos espíritos encontram-se em estágios avançados de iluminação. Poucos anos nesta encarnação bastam para avançar a um plano mais elevado de espiritualidade. Rafa era luz e agora deve ser resplendor. Ao lado do Pai, sorrindo aquele sorriso que expunha a alma, deve estar aguardando uma nova jornada nesta plano de expiação. Felizes os que o receberem em seu convívio.

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