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10/03/2015

No Jornal Nacional de hoje, mais uma reportagem sobre a demora da Dilma em escolher o 11○ ministro do STF.
Suas excelências já reclamaram e muitos julgamentos empatam e empacam no 5 x 5.
Hoje o ministro Gilmar Mendes sugeriu que um colega da primeira turma do tribunal solicite a sua transferência para a segunda turma - justamente a que vai julgar o famigerado Petrolão.
Antes que o William Bonner dissesse "Fátima, meu bem, cadê você", de bate-pronto anunciou que o Dias Toffoli se prontificou a mudar-se de toga e tudo para a segunda turma.
Ele mesmo, aquele ex-estagiário e motoboy do Zé Dirceu, com quem cresceu e apareceu tanto que foi indicado para o supremo passando por cima de juristas e advogados de renome nacional e internacional.
Dias "Balas" Toffoli, ele mesmo - aquele advogadozinho mequetrefe, gongado em 2 concursos públicos, repetente contumaz e aprendiz de chicaneiro.
Desgraça pouca é bobagem. Então digo e repito: é a segunda turma do STF que vai julgar a quadrilha petroleira.
Se o Dias "Balas" Toffoli for mesmo para a segunda turma, periga a empresa Petralhas Corruptos & Associados ser absolvida. Para a felicidade geral dos envolvidos e do Palácio do Planalto, em particular.
Já até estou com medo de olhar o placar, quando o bicho pegar: Corrupção 6 x 5 Brasil.
E não adianta o Brasil apelar para os embargos infringentes. Estes normalmente são o último e eficiente recurso para o qual as bancas apelam, tirando da reta o jiló dos poderosos. Não servem à parte desfavorecida. Perdeu, Brasil.

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