A um tempo atrás comentei sobre este assunto polêmico, e hoje, passeando pelo Face, deparei-me com a exortação do deputado Jair Bolsonaro contra o tema do encontro PT & Associados para tratar da introdução de cartilhas de "educação e orientação sexual".
Não gosto do Bolsonaro porque não suporto radicalismo, seja de esquerda, centro ou direita.
Então, dentro do tema, reedito a minha opinião, já que tratei desta assunto em outra oportunidade. A distribuição do "Kit Gay" nas escolas equivale à adoção da matéria "Introdução à sacanagem precoce" no ensino público nacional. É espantoso que estas cartilhas sejam cogitadas no ensino fundamental para crianças na fase do pirulito, chupe-chupe, jujuba e picolés. Meninos e meninas têm mesmo curiosidade sobre seus respectivos sexos. Na primeira infância as meninas querem saber porque os meninos tem mais chocolate do que as meninas. É natural e da mesma forma os meninos querem saber porque as meninas não têm aquele apêndice entre as pernas. Segundo a turma do congresso do PT, não devemos coibir esta curiosidade. Até aí, tudo bem. Mas daí a distribuir no prézinho cartilhas sobre vai légua e meia. Não satisfeitos com as imposição das cartilhas, o congresso-encontro insinua que a igreja tem algo em torno de 30% de padres pedófilos. O deputado Jean Willis vai adiante e diz que a Bíblia, lida literalmente, é um manual fundamentalista, certamente porque não contempla a homossexualidade.
Uma coisa é ensinar as crianças, à medida que vão adquirindo vivência, que a cegonha não existe e também que as pessoas têm o direito à sua opção sexual. Outra, muito diferente, é adotar uma cartilha que trás um assunto adulto à rotina escolar das crianças.
A educação sexual é uma necessidade a partir da adolescência. Bastar caminhar por alguns quarteirões para depararmo-nos com meninas grávidas aos 12,13 anos. Fossem orientadas e muito provavelmente não se encontrariam nesta situação, criando filhos em vez de brincarem com boneca. Ainda assim, as tais cartilhas são impróprias e mais ainda se ilustradas e explícitas. Uma boa aula ou palestra sobre não precisa de gravuras ou ilustrações. Basta uma linguagem clara e honesta sobre o assunto. Este material ilustrado vai mesmo é dar um up-grade na libido e servir de material de incentivo à masturbação. Nada contra. Ela é natural mas nem por isso precisa de incentivo.
Seguramente os Mestres e Doutores vão ponderar sobre a necessidade de adequação do material didático à realidade nua e crua dos nossos tempos. Dirão que a clareza das colocações é a melhor maneira de compatibilizar o ensino com a realidade e os problemas de nosso tempo. O sexo tem que ser visto com naturalidade e portanto as cartilhas e Kit's-Gay não podem ter vergonha de serem nuas e cruas. Data vênia, Doutores, crianças gostam mesmo é de brincar; dos Contos da Carochinha, irmãos Grimm, gibis da Mônica e desenhos animados. Vamos com calma. Elas vão crescer e logo logo entram no mundo mágico de Monteiro Lobato. Deixem a natureza seguir o seu curso natural percorrendo as idades, suas descobertas e emoções. Já crescidinhos e estarão naturalmente sensíveis aos apelos do sexo. Tudo a seu tempo, como antigamente.
A prevalecer esta lógica sobre material didático moderno e modernoso, que tal no tópico direitos do cidadão à sua segurança, uma cartilha que ensine a montar e desmontar um fuzil de assalto AK-47 ou M-16? Na cartilha 2, a pretexto de combater o uso de drogas, aulas práticas sobre a sua fabricação, de modo que o cidadão as identifique corretamente e, no caso de fazer uso, não compre gato por lebre. Fechando a série, na cartilha 3 - capítulo cidadania, moral e cívica -, cartilhas com instruções para que os alunos, no futuro, não sejam políticos corruptos, desde já aprendendo como é que os corruptos fazem um caixa 2 perfeito, remetem grana para o exterior, além dos princípios gerais da compra de votos, como fraudar licitações e outras maracutaias tão em voga.
A ala vanguardista do PT partiu para o ataque e quer porque quer as cartilhas pornô na rede pública. Se o resultado pedagógico corresponder às expectativas, tudo será natural como deve ser. Nada de complexos de culpa e frustrações. É proibido proibir.
Muito em breve veremos meninos e meninas masturbando-se nos pátios ou até partindo para o coito, no recreio, com a mesma naturalidade com que compartilham bolachas e toddynhos. Sinto um cheiro de enxofre no ar. Parem o Brasil, que eu quero descer antes do Armagedom.
Não gosto do Bolsonaro porque não suporto radicalismo, seja de esquerda, centro ou direita.
Então, dentro do tema, reedito a minha opinião, já que tratei desta assunto em outra oportunidade. A distribuição do "Kit Gay" nas escolas equivale à adoção da matéria "Introdução à sacanagem precoce" no ensino público nacional. É espantoso que estas cartilhas sejam cogitadas no ensino fundamental para crianças na fase do pirulito, chupe-chupe, jujuba e picolés. Meninos e meninas têm mesmo curiosidade sobre seus respectivos sexos. Na primeira infância as meninas querem saber porque os meninos tem mais chocolate do que as meninas. É natural e da mesma forma os meninos querem saber porque as meninas não têm aquele apêndice entre as pernas. Segundo a turma do congresso do PT, não devemos coibir esta curiosidade. Até aí, tudo bem. Mas daí a distribuir no prézinho cartilhas sobre vai légua e meia. Não satisfeitos com as imposição das cartilhas, o congresso-encontro insinua que a igreja tem algo em torno de 30% de padres pedófilos. O deputado Jean Willis vai adiante e diz que a Bíblia, lida literalmente, é um manual fundamentalista, certamente porque não contempla a homossexualidade.
Uma coisa é ensinar as crianças, à medida que vão adquirindo vivência, que a cegonha não existe e também que as pessoas têm o direito à sua opção sexual. Outra, muito diferente, é adotar uma cartilha que trás um assunto adulto à rotina escolar das crianças.
A educação sexual é uma necessidade a partir da adolescência. Bastar caminhar por alguns quarteirões para depararmo-nos com meninas grávidas aos 12,13 anos. Fossem orientadas e muito provavelmente não se encontrariam nesta situação, criando filhos em vez de brincarem com boneca. Ainda assim, as tais cartilhas são impróprias e mais ainda se ilustradas e explícitas. Uma boa aula ou palestra sobre não precisa de gravuras ou ilustrações. Basta uma linguagem clara e honesta sobre o assunto. Este material ilustrado vai mesmo é dar um up-grade na libido e servir de material de incentivo à masturbação. Nada contra. Ela é natural mas nem por isso precisa de incentivo.
Seguramente os Mestres e Doutores vão ponderar sobre a necessidade de adequação do material didático à realidade nua e crua dos nossos tempos. Dirão que a clareza das colocações é a melhor maneira de compatibilizar o ensino com a realidade e os problemas de nosso tempo. O sexo tem que ser visto com naturalidade e portanto as cartilhas e Kit's-Gay não podem ter vergonha de serem nuas e cruas. Data vênia, Doutores, crianças gostam mesmo é de brincar; dos Contos da Carochinha, irmãos Grimm, gibis da Mônica e desenhos animados. Vamos com calma. Elas vão crescer e logo logo entram no mundo mágico de Monteiro Lobato. Deixem a natureza seguir o seu curso natural percorrendo as idades, suas descobertas e emoções. Já crescidinhos e estarão naturalmente sensíveis aos apelos do sexo. Tudo a seu tempo, como antigamente.
A prevalecer esta lógica sobre material didático moderno e modernoso, que tal no tópico direitos do cidadão à sua segurança, uma cartilha que ensine a montar e desmontar um fuzil de assalto AK-47 ou M-16? Na cartilha 2, a pretexto de combater o uso de drogas, aulas práticas sobre a sua fabricação, de modo que o cidadão as identifique corretamente e, no caso de fazer uso, não compre gato por lebre. Fechando a série, na cartilha 3 - capítulo cidadania, moral e cívica -, cartilhas com instruções para que os alunos, no futuro, não sejam políticos corruptos, desde já aprendendo como é que os corruptos fazem um caixa 2 perfeito, remetem grana para o exterior, além dos princípios gerais da compra de votos, como fraudar licitações e outras maracutaias tão em voga.
A ala vanguardista do PT partiu para o ataque e quer porque quer as cartilhas pornô na rede pública. Se o resultado pedagógico corresponder às expectativas, tudo será natural como deve ser. Nada de complexos de culpa e frustrações. É proibido proibir.
Muito em breve veremos meninos e meninas masturbando-se nos pátios ou até partindo para o coito, no recreio, com a mesma naturalidade com que compartilham bolachas e toddynhos. Sinto um cheiro de enxofre no ar. Parem o Brasil, que eu quero descer antes do Armagedom.
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