ARTES
Alguns me apedrejarão...
Dias atrás vi reportagem na grobu sobre exposição de artistas plásticos brasileiro de renome nacional e internacional.
Entre as obras, uma galho de árvore morta, um tripé 'pezudo" e um monte de cubos e outras formas de concreto.
Meu queixo foi no pé com as obras e com as explicações estrambóticas dos respectivos autores.
A arte deve se livre em suas todas as suas vertentes.
Se fosse uma autoridade na área da cultura, não me furtaria a apoiar a arte moderna - embora deteste a maioria.
Lógico que existe obras de arte moderna incríveis. No meu ignorante entender, poucas em relação a quantidade das tidas e havidas como 'maravilhas'.
Se a crise me pegar de jeito, vou usar um bigode à la Salvador Dali, adotar cavanhaque e uma boina maneira,
Vou para algum público chique para expôr minhas obras. Entre outras, a minha predileta: uma pilha de tijolos.
Aos incautos que se aproximarem darei a devida explicação: trata-se do resgate da alma da construção, enquanto edificação. As estranhas de minha obra têm implícitas elementos outros que poderão sensibilizar o olhar com viés do mestre de obras que em todos existe, posto que todos nós estamos inseridos em uma residência - a exceção dos moradores de rua, vítimas da desconstrução. A casa está para o homem assim como o teto está para a moradia.
Vai que entre os expectadores está um crítico de arte de Nova York e que ele descubra uma nova perspectiva em meu trabalho.
Dias atrás vi reportagem na grobu sobre exposição de artistas plásticos brasileiro de renome nacional e internacional.
Entre as obras, uma galho de árvore morta, um tripé 'pezudo" e um monte de cubos e outras formas de concreto.
Meu queixo foi no pé com as obras e com as explicações estrambóticas dos respectivos autores.
A arte deve se livre em suas todas as suas vertentes.
Se fosse uma autoridade na área da cultura, não me furtaria a apoiar a arte moderna - embora deteste a maioria.
Lógico que existe obras de arte moderna incríveis. No meu ignorante entender, poucas em relação a quantidade das tidas e havidas como 'maravilhas'.
Se a crise me pegar de jeito, vou usar um bigode à la Salvador Dali, adotar cavanhaque e uma boina maneira,
Vou para algum público chique para expôr minhas obras. Entre outras, a minha predileta: uma pilha de tijolos.
Aos incautos que se aproximarem darei a devida explicação: trata-se do resgate da alma da construção, enquanto edificação. As estranhas de minha obra têm implícitas elementos outros que poderão sensibilizar o olhar com viés do mestre de obras que em todos existe, posto que todos nós estamos inseridos em uma residência - a exceção dos moradores de rua, vítimas da desconstrução. A casa está para o homem assim como o teto está para a moradia.
Vai que entre os expectadores está um crítico de arte de Nova York e que ele descubra uma nova perspectiva em meu trabalho.
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