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10/01/2019

MEDA...
No meu tempo a Medicina tinha semelhança com o sacerdócio e os clínicos gerais faziam diagnósticos com uma precisão não muito distantes dos obtidos hoje com toda a parafernália de equipamentos eletrônicos e computadorizados.
As faculdades de Medicina eram exemplares e rigorosas.
O juramento de Hipócrates não era apenas uma formalidade protocolar nas formaturas - antes era um modelo de conduta; uma trilha moral e ética a ser percorrida pelos doutores ao longo de suas vidas.
Hoje, as especialidades funcionam mais ou menos como tapa-olhos colocados nos burros, de modo que olhem somente para a frente. Não há visão lateral, uma outra perspectiva.
A Semiologia é um mistério para os "especialistas". Os doutores pedem trocentos exames e, com sorte, chegam a um diagnóstico que oriente o tratamento e/ou a cirurgia adequada.
O risco faz parte de qualquer cirurgia.
Não custa rezar (por garantia) para que, ao voltar da anestesia, você não sinta falta "dele" entre as pernas por causa da orientação equivocada do "especialista".

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