Faz-me Rir
CARTA DE DILMA FOI ESCRITA POR HELENICE
ESCONDERIJO DO ALVORADA - Dilma bem que tentou escrever a sua cartinha com a pena da sensibilidade molhada no tinteiro do coração. Nas primeiras mal traçadas linhas, entretanto, ela tropeçou numa mesóclise que Temer maldosamente deixou bem na porta de seu gabinete.
Doutor Agenor, seu assessor, um primor de redator, bem que tentou adequar o linguajar chulo da presidanta à norma culta. Visivelmente constrangido, Dr. Agenor desistiu da tarefa e, ato contínuo foi agredido com a mandioca que Dilma tem no bolso para atacar golpistas e se defender de desafetos.
A ex-presidanta declarou que não suporta pessoas que falam difícil e olham pra gente com ar de inferioridade. Quando eu era presidanta, eu me se dirigia pras pessoas em tom colonial e elas entendiam tudinho".
Helenice Guerra assumiu a tarefa e terminou a carta de 80 páginas manuscritas no computador, não sem antes submeter a missiva à companheira de todas as horas, dias e noites de aconchego.
Sem mais para o momento, Dilma voltou a seu bunker, e de uma janelinha onde instalou uma metralhadora, de olho na rua, vigiava a cantar a musiquinha daqui não saio, daqui ninguém me tira.
Temer declarou que "não espera a carta em papel perfumado e com coraçõezinhos, uma vez que, nos últimos tempos ele e Dilma não falavam a mesma linguagem. Assim sendo, apenas por garantia, resguardar-me-ei e, para tanto, convoquei o esquadrão anti-bombas da PM de Brasília. Não cogito partir desta para melhor justo agora que, aboletado na cadeira presidencial, governá-los-ei dando o melhor de mim".
Doutor Agenor, seu assessor, um primor de redator, bem que tentou adequar o linguajar chulo da presidanta à norma culta. Visivelmente constrangido, Dr. Agenor desistiu da tarefa e, ato contínuo foi agredido com a mandioca que Dilma tem no bolso para atacar golpistas e se defender de desafetos.
A ex-presidanta declarou que não suporta pessoas que falam difícil e olham pra gente com ar de inferioridade. Quando eu era presidanta, eu me se dirigia pras pessoas em tom colonial e elas entendiam tudinho".
Helenice Guerra assumiu a tarefa e terminou a carta de 80 páginas manuscritas no computador, não sem antes submeter a missiva à companheira de todas as horas, dias e noites de aconchego.
Sem mais para o momento, Dilma voltou a seu bunker, e de uma janelinha onde instalou uma metralhadora, de olho na rua, vigiava a cantar a musiquinha daqui não saio, daqui ninguém me tira.
Temer declarou que "não espera a carta em papel perfumado e com coraçõezinhos, uma vez que, nos últimos tempos ele e Dilma não falavam a mesma linguagem. Assim sendo, apenas por garantia, resguardar-me-ei e, para tanto, convoquei o esquadrão anti-bombas da PM de Brasília. Não cogito partir desta para melhor justo agora que, aboletado na cadeira presidencial, governá-los-ei dando o melhor de mim".
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