O mar sempre agitado, sem repouso ou quietude. Então é subir, subir, distanciar. Lá do alto, bem do alto, ele acomoda, para. E o azul se espalha em toda a sua imóvel beleza. Não seria assim com o que nos atormenta? Olhar de fora, de longe, do alto. Para entender e aquietar-se?
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