21/07/2015
Trovinha iludida
O problema é que ele é um quiabo
e escorrega mais do que sabonete no chão.
É mais fácil você converter o diabo
do que botar este meliante na prisão.
e escorrega mais do que sabonete no chão.
É mais fácil você converter o diabo
do que botar este meliante na prisão.
Instituto Lula, o Ministério Público Federal no Distrito Federal decidiu decretar o sigilo sobre a investigação envolvendo o ex-presidente, suspeito de ter...
PENSABRASIL.COM
Saudade do mensalão e de suas mutretas pé-de-chinelo perto do portentoso PETROLÃO.
SONETO SACANA
Jefferson, Jerfferson...por que abriste o bico?
Olha só o corre-corre, deu chabú no mensalão.
E agora, bom José?... como é que eu fico?
Como é que fica a minha ilibada reputação?
Olha só o corre-corre, deu chabú no mensalão.
E agora, bom José?... como é que eu fico?
Como é que fica a minha ilibada reputação?
Foram anos de luta armada no Brasil inteiro.
Foram anos e anos no congresso nacional.
Dedo duro, X-9, alcaguete, maldito fofoqueiro.
Só me resta, neste instante, passar mal.
Foram anos e anos no congresso nacional.
Dedo duro, X-9, alcaguete, maldito fofoqueiro.
Só me resta, neste instante, passar mal.
Virose, cirrose? Não. Melhor algo mais sério e fatal:
Doença muito grave que a todos comova no país.
Se precisar chorar eu choro, ao vivo, no jornal nacional.
Doença muito grave que a todos comova no país.
Se precisar chorar eu choro, ao vivo, no jornal nacional.
Pobre de mim ... marquei bobeira de montão
Escapei por pouco, ilustre cavalheiro, por um triz.
Salvou-me em tempo uma cardiopatia de ocasião.
Escapei por pouco, ilustre cavalheiro, por um triz.
Salvou-me em tempo uma cardiopatia de ocasião.
20/07/2015
Durante o meu recesso, Carlim morreu. Carlim era a minha calopsita que assobiava o hino do meu Flusão, fiu-fiu e outro proezas sonoras. Adorava um ombro amigo e no meu se empoleirava para dar um rolé pela casa, na rua ou então de carro, em cima da tampa do porta-malas. Asa cortada, lógico, porque por mais que gostasse da gente, tivesse asas íntegras e a liberdade certamente falaria mais alto.
Carlim dava o sinal de intrusos na área antes que lua e petra latissem a presença de estranhos. Para ele todo mundo era intruso e como os gansos de Roma, punha o bico no trombone.
Juju, ficou viúva e anda pousada no poleiro feito estátua. Quase não se mexe de tanta tristeza.
Foi Belinha, minha neta, quem me deu a notícia dias atrás. Choramos junto. Ela de verdade, aos soluços, e eu me fazendo de forte e chorando por dentro, como me ensinaram errado quando eu era menino.
Faz parte da vida conviver com a morte de vivente, com ou sem asas. Todos voam um dia. Raros pousam na saudade.
A morte de Carlim doeu-me mais do que a morte de muita gente. Carlim fugiu para o paraíso das calopsitas.
Sinto falta da presença doce de Carlim. Me dei conta que a morte pode ser sentida como antigamente. Belinha me ensinou o caminho para reencontrar o meu coração de menino.
A morte de Carlim e a sensibilidade virgem de Belinha deram uma geral no meu coração. Ele está bem melhor. Reaprendi com o meu passarinho e com a minha netinha que a morte dói de um jeito doce, apesar das lágrimas salgadas de sempre.
Carlim dava o sinal de intrusos na área antes que lua e petra latissem a presença de estranhos. Para ele todo mundo era intruso e como os gansos de Roma, punha o bico no trombone.
Juju, ficou viúva e anda pousada no poleiro feito estátua. Quase não se mexe de tanta tristeza.
Foi Belinha, minha neta, quem me deu a notícia dias atrás. Choramos junto. Ela de verdade, aos soluços, e eu me fazendo de forte e chorando por dentro, como me ensinaram errado quando eu era menino.
Faz parte da vida conviver com a morte de vivente, com ou sem asas. Todos voam um dia. Raros pousam na saudade.
A morte de Carlim doeu-me mais do que a morte de muita gente. Carlim fugiu para o paraíso das calopsitas.
Sinto falta da presença doce de Carlim. Me dei conta que a morte pode ser sentida como antigamente. Belinha me ensinou o caminho para reencontrar o meu coração de menino.
A morte de Carlim e a sensibilidade virgem de Belinha deram uma geral no meu coração. Ele está bem melhor. Reaprendi com o meu passarinho e com a minha netinha que a morte dói de um jeito doce, apesar das lágrimas salgadas de sempre.
Após um longo e tenebroso inverno - dando um tempo para realimentar as baterias e resolver alguns problemas, aqui me tens de regresso e suplicante lhes peço a minha nova inscrição.
Voltei pra rever os amigos - justamente no dia do amigo, que deveria ser feriado nacional.
Pode não ser, mas para mim é, e tem banda de música no coreto, bandeirinhas na praça, rojões, quermesse, quitutes doces e salgados. E breja. Muita breja.
Hoje é feriado no meu coração.
Depois do amor e do amar de doer, a melhor coisa do mundo são os amigos. Gente que entende a gente como se a gente fosse. Talvez sejam mesmo, porque somos como almas gêmeas. A diferença é que as amizades raramente machucam e quando incomodam é sempre para dar um toque quando perdemos a noção e fazemos merda. Amigo chega junto e fala a verdade que a gente precisa ouvir. São leais, verdadeiros, sinceros.
Como diz o Pinduca, amigo é coisa pra se guarda do lado direito do peito.
E o amor que se cuide. Os amores de hoje não resistem a uma crise. Qualquer desentendimento e a relação é virada pelo avesso, discutida, analisada. Um saco!...
A amizade é mais consistente e não se melindra por pouca coisa. A amizade é mais ou menos parecida com o encontro entre dois amigões:
- E aí, bicha gorda, continua fazendo a vida?
- Claro, santa, junto com a tua mãe no puteiro da tua vó.
Risos, um abração e cada um segue para o seu lado, não sem antes um ou os dois passarem a mão na bunda um do outro.
Já no terreno do amor a coisa pode ser um pouco mais complicada. É mais ou menos como o encontro de duas amigas:
- Puxa, querida, você engordou horrores.
- Antes sobrar do que falta, amiga.
Risos amarelos e uma ponta de ressentimento com muita chance de se
transformar em rompimento.
Já dobrei o cabo da boa esperança e sou a bola 7 na boca da caçapa. Meus amores foram lindos mas passaram. Minhas amizades, não. São garrafas de vinho empoeiradas na adega da vida. Quanto mais o tempo passa, melhores ficam.
Então vamos brindar a nossa amizade: tim tim, meus queridos e queridas. E viva nóis.
Voltei pra rever os amigos - justamente no dia do amigo, que deveria ser feriado nacional.
Pode não ser, mas para mim é, e tem banda de música no coreto, bandeirinhas na praça, rojões, quermesse, quitutes doces e salgados. E breja. Muita breja.
Hoje é feriado no meu coração.
Depois do amor e do amar de doer, a melhor coisa do mundo são os amigos. Gente que entende a gente como se a gente fosse. Talvez sejam mesmo, porque somos como almas gêmeas. A diferença é que as amizades raramente machucam e quando incomodam é sempre para dar um toque quando perdemos a noção e fazemos merda. Amigo chega junto e fala a verdade que a gente precisa ouvir. São leais, verdadeiros, sinceros.
Como diz o Pinduca, amigo é coisa pra se guarda do lado direito do peito.
E o amor que se cuide. Os amores de hoje não resistem a uma crise. Qualquer desentendimento e a relação é virada pelo avesso, discutida, analisada. Um saco!...
A amizade é mais consistente e não se melindra por pouca coisa. A amizade é mais ou menos parecida com o encontro entre dois amigões:
- E aí, bicha gorda, continua fazendo a vida?
- Claro, santa, junto com a tua mãe no puteiro da tua vó.
Risos, um abração e cada um segue para o seu lado, não sem antes um ou os dois passarem a mão na bunda um do outro.
Já no terreno do amor a coisa pode ser um pouco mais complicada. É mais ou menos como o encontro de duas amigas:
- Puxa, querida, você engordou horrores.
- Antes sobrar do que falta, amiga.
Risos amarelos e uma ponta de ressentimento com muita chance de se
transformar em rompimento.
Já dobrei o cabo da boa esperança e sou a bola 7 na boca da caçapa. Meus amores foram lindos mas passaram. Minhas amizades, não. São garrafas de vinho empoeiradas na adega da vida. Quanto mais o tempo passa, melhores ficam.
Então vamos brindar a nossa amizade: tim tim, meus queridos e queridas. E viva nóis.
14/07/2015
CRENÇA
O que será de mim quando a porta bater
E eu perceber que você não vai voltar?
O que vai ser de mim se eu morrer
E não souber onde te encontrar?
Vamos nos deitar, eu e a minha tristeza
Que vive a sonhar que você não demora,
Iludindo a si mesma, cheia de certeza,
Que você está por perto e que não foi embora.
Vou engabelar de todo jeito os meus sentidos,
E eu perceber que você não vai voltar?
O que vai ser de mim se eu morrer
E não souber onde te encontrar?
Vamos nos deitar, eu e a minha tristeza
Que vive a sonhar que você não demora,
Iludindo a si mesma, cheia de certeza,
Que você está por perto e que não foi embora.
Vou engabelar de todo jeito os meus sentidos,
Fazê-los crer que a sua partida eu compenso
Com a certeza de que nunca aconteceu.
Com a certeza de que nunca aconteceu.
Melhor dormir e acalentar o sonho colorido
Cheio de realidade, sem partida e lenço
Manchado de saudade escura feito breu.
Cheio de realidade, sem partida e lenço
Manchado de saudade escura feito breu.
Meu falecido sogro, mix de sapateiro e músico, homem simples, um belo dia, em conversa comigo, expôs a sua opinião sobre a delinquência infanto-juvenil. Do alto de sua sabedoria adquirida ao longo de anos observando a vida, me saiu com essa solução simplesmente maravilhosa e de uma objetividade desconcertante: basta permitir que os menores, a partir dos 14 anos, possam ser contratados pelo comércio, indústria e serviços. Eles trabalhariam meio expediente, conciliando trabalho e escola, e receberiam 1 SM. Os empregadores não teriam 1 centavo de custo adicional com obrigações trabalhistas. Assinariam a CP da molecada e estes só teriam o desconto do INSS, contando tempo para a sua futura aposentadoria. Meu sogro continuou apresentando a sua tese, agregando a ela um outro argumento difícil de ser contestado: imagine uma família com 2 ou três adolescentes(o Brasil tem pencas de famílias com este número de "dimenor"). Pois bem, continuou o meu saudoso sogro: são 2 ou três vezes 1 SM, ou seja, 1600 ou 2400 reais (arredondando e atualizando...) de renda para as famílias. Os pais enquadrariam a molecada e exigiriam que eles fossem à luta para ajudar na renda familiar e para atender às suas necessidades de tênis de marca, CD's de funk, rap e outras merdas a gosto da falta de escola e cultura. Ao crime restaria cooptar os "dimaior" para tocar o seu negócio torpe e sórdido. Nesta altura do papo, dei o meu pitaco, dizendo para o meu sogro que as suas ideias seriam combatidas ferozmente pelas ong's, comissões de direitos humanos, pela ala modernosa da igreja e outras tantas organizações que morrem de pena dos meliantes "coitadinhos". Eles diriam que é um absurdo meter a corjinha na cadeia; que eles são vítimas de um sistema excludente e desumano. A solução é internar as crianças em institutos de recuperação e de ressocialização; com ajuda psicológica, terapias ocupacionais e etc e tal...A solução seria implantar estas políticas sociais ao longo do tempo, de modo a recuperar as crianças para uma vida normal e assídua nos bancos da escola. O "pobrema" é a falta de vontade política de nossos políticos; a preguiça, a inépcia e a corrupção endêmica de nossos "representantes". Anos passariam e nada de se resolver o problema dos "dimenor" levados da breca assaltando e roubando a população entregue à própria sorte. Depois de bancar o advogado do diabo, meu sogro ponderou que as empresas formariam mão de obra especializada e ao mesmo tempo poderiam formar profissionais identificados com a cultura do negócio. Finalizamos o papo, à época, nos perguntamos um ao outro o porquê de uma solução como esta não ocorria aos nossos ínclitos representantes encastelados em seus gabinetes refrigerados? Simples...eles estão muito ocupados em legislar em proveito próprio, entre uma e outra negociata com empreiteiros e homens de negócio do Brasil e do exterior. Enquanto isto, no dia a dia, vamos nos safando dos "dimenor" tocaiados nas esquinas, à espreita de cidadãos insensíveis como nós que queremos colocar os "chuks" malvadinhos na cadeia.

Sr. Cristóvam Buarque:
Os traficantes contratam menores a mil reais por semana, para trabalhar no tráfico. Os menores abandonam as escolas e ingressam no métier das drogas - os traficantes têm PREFERÊNCIA por eles porque sabem que o menor NÃO será mandado para a cadeia, ao contrário de maiores. De modo que o MESMO menor pode ganhar experiência e se tornar um expert na tarefa - com maiores de idade, a rotatividade seria muito maior, exigindo treinamento contínuo.
Dizer que "lugar de adolescente é na escola" é um clichê de retardado mental que nunca resolveu e nem resolverá a questão.
O senhor deveria saber que a evasão escolar é causada pelos próprios adolescentes, que afirmam para quem quiser ouvir: "não fico porque NÃO QUERO".
70% dos casos de menores fopra da escola é por VONTADE PRÓPRIA, conforme pesquisa feita pelo IBGE ou sei lá qual instituição.
Não adianta dizer "oh, coitadinhos, têm que ir para a escola!" - bota eles lá dentro, que eu quero ver! Emoticon grin
E aí o senhor vem com a "solução mágica", tão ao gosto dos idiotas: "a sociedade tem que se responsabilizar por isto."
Meu camarada, se CADA responsável não consegue manter os SEUS filhos num padrão razoável de disciplina, o senhor "acha" que vai conseguir manter os filhos DOS OUTROS? Me poupa. Está se vendo CLARAMENTE que a maioria dos adolescentes não faz absolutamente PORRA NENHUMA que os pais os mandam fazer, e não dão a menor pelota para qualquer hierarquia ou autoridade... Foi a ISTO que se chegou, com a colaboração da midia, da "picicologia" e de outras bagaças: as crianças passaram a mandar nos pais, que tremem de medo diante deles.
TODAS as políticas sugeridas pelo senhor e por outros próceres da imbecilidade não só são inócuas e idiotas, como ainda por cima AUMENTAM a cooptação dos menores pelo crime organizado.
A primeira delas é que um emprego NORMAL, legalizado, lhes é NEGADO: porque os senhores "acham isso muito feio", consideram "exploração" - e o traficante vai lá e PIMBA! - agarra o gurizote que quer - e muitas vezes precisa - ganhar dinheiro.
O tráfico, como se vê, configura-se como "a única opção" para ele.
Porque os "bonzinhos" do politicamente correto assim EXIGEM que SEJA.
Ninguém é LOUCO de empregar um "dimenor", ainda que em horário EXTRA-ESCOLAR, porque sabe que pode arranjar uma mega-encrenca para si. Por mais que QUEIRA, e que SAIBA que não vai estar atrapalhando eventuais estudos do adolescente, a pessoa HESITA e RECUSA - porque os senhores tornaram isto ILEGAL.
E como os "dimenor" também não respondem criminalmente por crimes cometidos, o tráfico, repito, tem ali um verdadeiro MANANCIAL de mão-de-obra disponível...
Quer dizer: os senhores CRIAM as condições propícias para a hecatombe e depois ainda têm a cara-de-pau de dizer que "a sociedade tem que se comprometer, tem que se responsabilizar por consertar" a MERDA que os senhores fizeram... Emoticon grin
O Brasil foi dominado por canalhas e por ANTAS, como se vê facilmente.
Sem mais,
Priscila Garcia
Os traficantes contratam menores a mil reais por semana, para trabalhar no tráfico. Os menores abandonam as escolas e ingressam no métier das drogas - os traficantes têm PREFERÊNCIA por eles porque sabem que o menor NÃO será mandado para a cadeia, ao contrário de maiores. De modo que o MESMO menor pode ganhar experiência e se tornar um expert na tarefa - com maiores de idade, a rotatividade seria muito maior, exigindo treinamento contínuo.
Dizer que "lugar de adolescente é na escola" é um clichê de retardado mental que nunca resolveu e nem resolverá a questão.
O senhor deveria saber que a evasão escolar é causada pelos próprios adolescentes, que afirmam para quem quiser ouvir: "não fico porque NÃO QUERO".
70% dos casos de menores fopra da escola é por VONTADE PRÓPRIA, conforme pesquisa feita pelo IBGE ou sei lá qual instituição.
Não adianta dizer "oh, coitadinhos, têm que ir para a escola!" - bota eles lá dentro, que eu quero ver! Emoticon grin
E aí o senhor vem com a "solução mágica", tão ao gosto dos idiotas: "a sociedade tem que se responsabilizar por isto."
Meu camarada, se CADA responsável não consegue manter os SEUS filhos num padrão razoável de disciplina, o senhor "acha" que vai conseguir manter os filhos DOS OUTROS? Me poupa. Está se vendo CLARAMENTE que a maioria dos adolescentes não faz absolutamente PORRA NENHUMA que os pais os mandam fazer, e não dão a menor pelota para qualquer hierarquia ou autoridade... Foi a ISTO que se chegou, com a colaboração da midia, da "picicologia" e de outras bagaças: as crianças passaram a mandar nos pais, que tremem de medo diante deles.
TODAS as políticas sugeridas pelo senhor e por outros próceres da imbecilidade não só são inócuas e idiotas, como ainda por cima AUMENTAM a cooptação dos menores pelo crime organizado.
A primeira delas é que um emprego NORMAL, legalizado, lhes é NEGADO: porque os senhores "acham isso muito feio", consideram "exploração" - e o traficante vai lá e PIMBA! - agarra o gurizote que quer - e muitas vezes precisa - ganhar dinheiro.
O tráfico, como se vê, configura-se como "a única opção" para ele.
Porque os "bonzinhos" do politicamente correto assim EXIGEM que SEJA.
Ninguém é LOUCO de empregar um "dimenor", ainda que em horário EXTRA-ESCOLAR, porque sabe que pode arranjar uma mega-encrenca para si. Por mais que QUEIRA, e que SAIBA que não vai estar atrapalhando eventuais estudos do adolescente, a pessoa HESITA e RECUSA - porque os senhores tornaram isto ILEGAL.
E como os "dimenor" também não respondem criminalmente por crimes cometidos, o tráfico, repito, tem ali um verdadeiro MANANCIAL de mão-de-obra disponível...
Quer dizer: os senhores CRIAM as condições propícias para a hecatombe e depois ainda têm a cara-de-pau de dizer que "a sociedade tem que se comprometer, tem que se responsabilizar por consertar" a MERDA que os senhores fizeram... Emoticon grin
O Brasil foi dominado por canalhas e por ANTAS, como se vê facilmente.
Sem mais,
Priscila Garcia
GUERRA E PAZ
A batalha ruge e o homem agoniza...
O último alento sussurra mãe.
A mão tenta estancar o sangue
e o martírio se repete em outra cruz.
Morre o filho do homem e a dor
do Pai ecoa no universo.
Segue a vida e não há memória.
Cruzes brotam como flores
anonimas no campo santo.
Marcam ausências e sinalizam
o que poderia ter sido.
Somente a brisa parece entender
e suavemente musica o silêncio.
Como uma oração natural.
Como um entendimento.
Como uma saudade
que espalha flores e saudades.
Vida que segue.
Entre uma e outra tregua
novos heróis são venerados.
Raros covardes dizem não.
Assim caminha a humanidade.
Os homens são meros detalhes.
O último alento sussurra mãe.
A mão tenta estancar o sangue
e o martírio se repete em outra cruz.
Morre o filho do homem e a dor
do Pai ecoa no universo.
Segue a vida e não há memória.
Cruzes brotam como flores
anonimas no campo santo.
Marcam ausências e sinalizam
o que poderia ter sido.
Somente a brisa parece entender
e suavemente musica o silêncio.
Como uma oração natural.
Como um entendimento.
Como uma saudade
que espalha flores e saudades.
Vida que segue.
Entre uma e outra tregua
novos heróis são venerados.
Raros covardes dizem não.
Assim caminha a humanidade.
Os homens são meros detalhes.
19/06/2015
Meu falecido sogro, mix de sapateiro e músico, homem simples, um belo dia, em conversa comigo, expôs a sua opinião sobre a delinquência infanto-juvenil. Do alto de sua sabedoria adquirida ao longo de anos observando a vida, me saiu com essa solução simplesmente maravilhosa e de uma objetividade desconcertante: basta permitir que os menores, a partir dos 14 anos, possam ser contratados pelo comércio, indústria e serviços. Eles trabalhariam meio expediente, conciliando trabalho e escola, e receberiam 1 SM. Os empregadores não teriam 1 centavo de custo adicional com obrigações trabalhistas. Assinariam a CP da molecada e estes só teriam o desconto do INSS, contando tempo para a sua futura aposentadoria. Meu sogro continuou apresentando a sua tese, agregando a ela um outro argumento difícil de ser contestado: imagine uma família com 2 ou três adolescentes(o Brasil tem pencas de famílias com este número de "dimenor"). Pois bem, continuou o meu saudoso sogro: são 2 ou três vezes 1 SM, ou seja, 1600 ou 2400 reais (arredondando e atualizando...) de renda para as famílias. Os pais enquadrariam a molecada e exigiriam que eles fossem à luta para ajudar na renda familiar e para atender às suas necessidades de tênis de marca, CD's de funk, rap e outras merdas a gosto da falta de escola e cultura. Ao crime restaria cooptar os "dimaior" para tocar o seu negócio torpe e sórdido. Nesta altura do papo, dei o meu pitaco, dizendo para o meu sogro que as suas ideias seriam combatidas ferozmente pelas ong's, comissões de direitos humanos, pela ala modernosa da igreja e outras tantas organizações que morrem de pena dos meliantes "coitadinhos". Eles diriam que é um absurdo meter a corjinha na cadeia; que eles são vítimas de um sistema excludente e desumano. A solução é internar as crianças em institutos de recuperação e de ressocialização; com ajuda psicológica, terapias ocupacionais e etc e tal...A solução seria implantar estas políticas sociais ao longo do tempo, de modo a recuperar as crianças para uma vida normal e assídua nos bancos da escola. O "pobrema" é a falta de vontade política de nossos políticos; a preguiça, a inépcia e a corrupção endêmica de nossos "representantes". Anos passariam e nada de se resolver o problema dos "dimenor" levados da breca assaltando e roubando a população entregue à própria sorte. Depois de bancar o advogado do diabo, meu sogro ponderou que as empresas formariam mão de obra especializada e ao mesmo tempo poderiam formar profissionais identificados com a cultura do negócio. Finalizamos o papo, à época, nos perguntamos um ao outro o porquê de uma solução como esta não ocorria aos nossos ínclitos representantes encastelados em seus gabinetes refrigerados? Simples...eles estão muito ocupados em legislar em proveito próprio, entre uma e outra negociata com empreiteiros e homens de negócio do Brasil e do exterior. Enquanto isto, no dia a dia, vamos nos safando dos "dimenor" tocaiados nas esquinas, à espreita de cidadãos insensíveis como nós que queremos colocar os "chuks" malvadinhos na cadeia.

Sr. Cristóvam Buarque:
Os traficantes contratam menores a mil reais por semana, para trabalhar no tráfico. Os menores abandonam as escolas e ingressam no métier das drogas - os traficantes têm PREFERÊNCIA por eles porque sabem que o menor NÃO será mandado para a cadeia, ao contrário de maiores. De modo que o MESMO menor pode ganhar experiência e se tornar um expert na tarefa - com maiores de idade, a rotatividade seria muito maior, exigindo treinamento contínuo.
Dizer que "lugar de adolescente é na escola" é um clichê de retardado mental que nunca resolveu e nem resolverá a questão.
O senhor deveria saber que a evasão escolar é causada pelos próprios adolescentes, que afirmam para quem quiser ouvir: "não fico porque NÃO QUERO".
70% dos casos de menores fopra da escola é por VONTADE PRÓPRIA, conforme pesquisa feita pelo IBGE ou sei lá qual instituição.
Não adianta dizer "oh, coitadinhos, têm que ir para a escola!" - bota eles lá dentro, que eu quero ver! Emoticon grin
E aí o senhor vem com a "solução mágica", tão ao gosto dos idiotas: "a sociedade tem que se responsabilizar por isto."
Meu camarada, se CADA responsável não consegue manter os SEUS filhos num padrão razoável de disciplina, o senhor "acha" que vai conseguir manter os filhos DOS OUTROS? Me poupa. Está se vendo CLARAMENTE que a maioria dos adolescentes não faz absolutamente PORRA NENHUMA que os pais os mandam fazer, e não dão a menor pelota para qualquer hierarquia ou autoridade... Foi a ISTO que se chegou, com a colaboração da midia, da "picicologia" e de outras bagaças: as crianças passaram a mandar nos pais, que tremem de medo diante deles.
TODAS as políticas sugeridas pelo senhor e por outros próceres da imbecilidade não só são inócuas e idiotas, como ainda por cima AUMENTAM a cooptação dos menores pelo crime organizado.
A primeira delas é que um emprego NORMAL, legalizado, lhes é NEGADO: porque os senhores "acham isso muito feio", consideram "exploração" - e o traficante vai lá e PIMBA! - agarra o gurizote que quer - e muitas vezes precisa - ganhar dinheiro.
O tráfico, como se vê, configura-se como "a única opção" para ele.
Porque os "bonzinhos" do politicamente correto assim EXIGEM que SEJA.
Ninguém é LOUCO de empregar um "dimenor", ainda que em horário EXTRA-ESCOLAR, porque sabe que pode arranjar uma mega-encrenca para si. Por mais que QUEIRA, e que SAIBA que não vai estar atrapalhando eventuais estudos do adolescente, a pessoa HESITA e RECUSA - porque os senhores tornaram isto ILEGAL.
E como os "dimenor" também não respondem criminalmente por crimes cometidos, o tráfico, repito, tem ali um verdadeiro MANANCIAL de mão-de-obra disponível...
Quer dizer: os senhores CRIAM as condições propícias para a hecatombe e depois ainda têm a cara-de-pau de dizer que "a sociedade tem que se comprometer, tem que se responsabilizar por consertar" a MERDA que os senhores fizeram... Emoticon grin
O Brasil foi dominado por canalhas e por ANTAS, como se vê facilmente.
Sem mais,
Priscila Garcia
Os traficantes contratam menores a mil reais por semana, para trabalhar no tráfico. Os menores abandonam as escolas e ingressam no métier das drogas - os traficantes têm PREFERÊNCIA por eles porque sabem que o menor NÃO será mandado para a cadeia, ao contrário de maiores. De modo que o MESMO menor pode ganhar experiência e se tornar um expert na tarefa - com maiores de idade, a rotatividade seria muito maior, exigindo treinamento contínuo.
Dizer que "lugar de adolescente é na escola" é um clichê de retardado mental que nunca resolveu e nem resolverá a questão.
O senhor deveria saber que a evasão escolar é causada pelos próprios adolescentes, que afirmam para quem quiser ouvir: "não fico porque NÃO QUERO".
70% dos casos de menores fopra da escola é por VONTADE PRÓPRIA, conforme pesquisa feita pelo IBGE ou sei lá qual instituição.
Não adianta dizer "oh, coitadinhos, têm que ir para a escola!" - bota eles lá dentro, que eu quero ver! Emoticon grin
E aí o senhor vem com a "solução mágica", tão ao gosto dos idiotas: "a sociedade tem que se responsabilizar por isto."
Meu camarada, se CADA responsável não consegue manter os SEUS filhos num padrão razoável de disciplina, o senhor "acha" que vai conseguir manter os filhos DOS OUTROS? Me poupa. Está se vendo CLARAMENTE que a maioria dos adolescentes não faz absolutamente PORRA NENHUMA que os pais os mandam fazer, e não dão a menor pelota para qualquer hierarquia ou autoridade... Foi a ISTO que se chegou, com a colaboração da midia, da "picicologia" e de outras bagaças: as crianças passaram a mandar nos pais, que tremem de medo diante deles.
TODAS as políticas sugeridas pelo senhor e por outros próceres da imbecilidade não só são inócuas e idiotas, como ainda por cima AUMENTAM a cooptação dos menores pelo crime organizado.
A primeira delas é que um emprego NORMAL, legalizado, lhes é NEGADO: porque os senhores "acham isso muito feio", consideram "exploração" - e o traficante vai lá e PIMBA! - agarra o gurizote que quer - e muitas vezes precisa - ganhar dinheiro.
O tráfico, como se vê, configura-se como "a única opção" para ele.
Porque os "bonzinhos" do politicamente correto assim EXIGEM que SEJA.
Ninguém é LOUCO de empregar um "dimenor", ainda que em horário EXTRA-ESCOLAR, porque sabe que pode arranjar uma mega-encrenca para si. Por mais que QUEIRA, e que SAIBA que não vai estar atrapalhando eventuais estudos do adolescente, a pessoa HESITA e RECUSA - porque os senhores tornaram isto ILEGAL.
E como os "dimenor" também não respondem criminalmente por crimes cometidos, o tráfico, repito, tem ali um verdadeiro MANANCIAL de mão-de-obra disponível...
Quer dizer: os senhores CRIAM as condições propícias para a hecatombe e depois ainda têm a cara-de-pau de dizer que "a sociedade tem que se comprometer, tem que se responsabilizar por consertar" a MERDA que os senhores fizeram... Emoticon grin
O Brasil foi dominado por canalhas e por ANTAS, como se vê facilmente.
Sem mais,
Priscila Garcia
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