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02/02/2017

PITACO
Uma nuvem negra paira sobre a Operação Lava Jato.
Ainda hoje o STF decide quem será o relator dos processos até a semana passada sob a responsabilidade do falecido Teori Zavascki.
Tudo leva a crer que o juiz sorteado pertencerá à segunda turma do tribunal, composta pelos togados Lewandowsky, Toffoli, Celso de Melo e Marco Aurélio.
Edson Fachin, solícito, levantou o dedinho e se ofereceu para mudar-se para a segunda turma. Sua caixa com pertences pessoais está prontinha e, sobre ela, o seu vasto curriculum à serviço do PT, MST e outras organizações criminosas - tal e qual aquele advogado da família Corleone na saga "O Poderoso Chefão", representado brilhantemente pelo excelente ator Robert Duvall.
Pois muito bem...
Lewandowsky todo mundo conhece e tem em seu curriculum decisões lastimáveis. Toffoli, rábula sortudo, caiu no supremo como uma jaca pobre. Em tempo, Dias Toffoli foi assessor do nefasto Zé Dirceu e "adevogado" do PT. Feito um buscapé doidão, foi serpenteando e driblando juízes infinitamente mais competentes, botando todos pra correr pra se dar bem em sua fulminante carreira jurídica. Marco Aurélio, o pernóstico, disse que não é de fugir de embates, não obstante, todavia e contudo, afirmou que prefere assistir o jogo da arquibancada, tirando o seu da reta e não se dando conta de que caiu em uma contradição assaz, digamos, deplorável. Celso de Mello, o competente decano, não morre de amores pela hercúlea tarefa de encarar a montanha de depoimentos dos delatores.
E aí? Aí considero que todos são suspeitos (exceto Celso de Mello e o evasivo Marco Aurélio) para o sorteio da relatoria deste processo de tal magnitude.
 Tomara que a ministra Carmen Lúcia, tal e qual uma Thor que virou a mão, bata o martelinho e desfaça a tempestade que pode detonar a Lava a Jato.
O Brasil merece uma bela tarde de sol no pátio onde as quadrilhas, breve, julgadas e condenadas, tirarão o mofo do xilindró.

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