DESTINOS
Ao dobrar a primeira esquina da vida
quem dera deparar-me com o primeiro amor.
Desencontros evitados,
noites de sono perdidas,
enroladas em desamor.
Cada par registrado. Um livro de ouro,
caminhos determinados ao nascer.
Encontros pontuais como as estrelas,
noite de luares e lumes,
olhares quentes reluzindo cada ardor.
O fruto que não me sacia
pende de uma lágrima à minha revelia
e deságua num mar de dor.
quem dera deparar-me com o primeiro amor.
Desencontros evitados,
noites de sono perdidas,
enroladas em desamor.
Cada par registrado. Um livro de ouro,
caminhos determinados ao nascer.
Encontros pontuais como as estrelas,
noite de luares e lumes,
olhares quentes reluzindo cada ardor.
O fruto que não me sacia
pende de uma lágrima à minha revelia
e deságua num mar de dor.
Aos pares, desencontros,
vilanias, perjuros,
mentiras e promessas sem pudor.
Seria o céu te dar a mão antigamente,
e por todos os séculos dos séculos
percorrer as eras em um jardim do éden,
cultivando sem pudor.
Nosso livro estaria em branco,
e de iluminuras enfeitado
só de brincadeira com o Senhor.
vilanias, perjuros,
mentiras e promessas sem pudor.
Seria o céu te dar a mão antigamente,
e por todos os séculos dos séculos
percorrer as eras em um jardim do éden,
cultivando sem pudor.
Nosso livro estaria em branco,
e de iluminuras enfeitado
só de brincadeira com o Senhor.
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