Acabei de ouvir a íntegra do diálogo de alto nível entre os "estadistas" Lula e Dilma. Dei um comando errado e perdi a matéria e o áudio chulo. O nível é de conversa de botequim copo sujo.
No referido, o que assusta é que eles se sentem vítimas. Os fatos, as provas, as evidências - tudo não passa de conspiração do MP, da PF, da oposição e, principalmente, do Juiz Sérgio Moro. A economia arruinada, o desemprego, a inflação, o déficit público, o caos enfim, não é de sua responsabilidade. De quem será, então?
A história sempre se repete. Stalin, Mao, Hitler e outros sociopatas acreditavam mesmo que seus atos eram válidos e justificáveis. As bestas do IS cometem as atrocidades em nome de Alá. Passam as décadas e vemos estas aberrações se repetindo. Seria um caso para a psiquiatria se houvesse um mínimo de racionalidade em tais personagens. Mas não. É loucura mesmo. Fundamentalismo. Delírios de mentes perturbadas. São psicopatas. Agem sem culpa, sem remorsos. Não têm senso crítico, consciência, moral. Suas vítimas contam-se aos milhões. Senão exterminados, padecem pela fome, ignorância, atraso - todos reduzidos a condição de meros joguetes, massa de manobra ou fantoches manipulados e servis a seus objetivos escusos.
O poder em mãos erradas é instrumento dos maiores flagelos. Não há o que fazer para recuperar caráteres deformados. Talvez uma tortura civilizada - a leitura obrigatória e sistemática do texto de Eça de Queiroz, O Povo, trouxesse entendimento aos Lulas e Dilmas da vida.
A compreensão de que o povo é a nação, e que governá-lo é o maior entre todos os privilégios, a maior entre todas as honras, a mais nobre das missões, talvez iluminasse as trevas de suas mentes deformadas. Talvez um lampejo despertasse suas consciências entorpecidas e Lula e Dilma dessem a mão à palmatória. Sinceramente arrependidos de suas culpas e humildemente sujeitos às penalizações da lei, eles resgatariam a sua honra e seriam até reverenciados por seu exemplo, marcando o início de uma nova era baseada na moralidade e na boa gestão da coisa pública.
Um gesto de grandeza tem o poder de reverter uma reputação destruída. A cabeça oferecida ao cepo verte sangue mas pode redimir uma vida inteira entregue à corrupção e à vilania. Lula e Dilma veriam, ainda em vida, incrédulos, os seus nomes reescritos na história. E com letras maiúsculas.
A história sempre se repete. Stalin, Mao, Hitler e outros sociopatas acreditavam mesmo que seus atos eram válidos e justificáveis. As bestas do IS cometem as atrocidades em nome de Alá. Passam as décadas e vemos estas aberrações se repetindo. Seria um caso para a psiquiatria se houvesse um mínimo de racionalidade em tais personagens. Mas não. É loucura mesmo. Fundamentalismo. Delírios de mentes perturbadas. São psicopatas. Agem sem culpa, sem remorsos. Não têm senso crítico, consciência, moral. Suas vítimas contam-se aos milhões. Senão exterminados, padecem pela fome, ignorância, atraso - todos reduzidos a condição de meros joguetes, massa de manobra ou fantoches manipulados e servis a seus objetivos escusos.
O poder em mãos erradas é instrumento dos maiores flagelos. Não há o que fazer para recuperar caráteres deformados. Talvez uma tortura civilizada - a leitura obrigatória e sistemática do texto de Eça de Queiroz, O Povo, trouxesse entendimento aos Lulas e Dilmas da vida.
A compreensão de que o povo é a nação, e que governá-lo é o maior entre todos os privilégios, a maior entre todas as honras, a mais nobre das missões, talvez iluminasse as trevas de suas mentes deformadas. Talvez um lampejo despertasse suas consciências entorpecidas e Lula e Dilma dessem a mão à palmatória. Sinceramente arrependidos de suas culpas e humildemente sujeitos às penalizações da lei, eles resgatariam a sua honra e seriam até reverenciados por seu exemplo, marcando o início de uma nova era baseada na moralidade e na boa gestão da coisa pública.
Um gesto de grandeza tem o poder de reverter uma reputação destruída. A cabeça oferecida ao cepo verte sangue mas pode redimir uma vida inteira entregue à corrupção e à vilania. Lula e Dilma veriam, ainda em vida, incrédulos, os seus nomes reescritos na história. E com letras maiúsculas.
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