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03/05/2015

Todos nós temos avós e as amamos muito. Sou apenas mais um entre tantos netos baba-ovos.
Vovós tem muito a ver com estórias e histórias. 
As primeiras ouvimos nos primeiros anos de nossa infância, entre beijos e doces. Depois os bocejos resistindo bravamente para não perder o final feliz. Os príncipes e princesas enfim juntos e as bruxas e outros malvados recebendo o castigos que merecem.
As outras eram do mundo real e nestas as vovós contavam as histórias das respectivas famílias.
Fazendo as vezes de vó, anos atrás, contei para os meus filhos a história de minha vó materna: Sylvia Garbero (1907-2004)
Perdoem-me a pretensão, mas a história de vida de minha vó é uma história com "H" maiúsculo e daria, sem sombra de dúvida, um belo folhetim, mini-série ou até mesmo uma novela global.
Aqui cabem alguns preâmbulos. Este é o primeiro. Não se assustem. Após este, só mais um. Ambos são necessários para determinar a ancestralidade de vó Sylvia e o porquê do seu DNA trabalhado na audácia e coragem.
Vó Sylvia era o oposto das avós normais. Estas são senhoras de vida religiosa, comportamento exemplar e total dedicação aos maridos, filhos e netos. São quietas, mansas, amorosas. Passam o tempo que lhes resta com as suas lembranças, agulhas, tricô, crochê, novelas, rezas, indas e vindas à igreja mais próxima; ou então mimando os netos, transformando em balas, doces e em toda sorte de agradinhos o amor que lhes sobra e excede.
Tenham mais um pouco de paciência, pois a personalidade de vó tem muito a ver com a de seu pai e meu bisavó: Jacintho Pedro Garbero(1860-1927).
Bivô Garbero nasceu em Dego, uma pequena vila italiana localizada 50 kms a oeste de Gênova.
Meu bisavô era filho de um general italiano que lutou contra o exército austríaco, junto com GARIBALDI, pela unificação da Itália.
Sua mãe era a Condessa Divero e naturalmente pertencia à nobreza da região em uma Itália ainda não unificada.
Vó Sylvia nunca se lembrou do nomes dos avós (o general e a Condessa). Nunca entendi o porquê, uma vez que 2 gerações é pouca coisa no tempo.
Para facilitar o entendimento e a fixação dos personagens, eis o galho de minha árvore genealógica do lado materno: Bibivô General gerou Jacintho que gerou Sylvia. Vó Sylvia gerou Shiley, que me gerou.
Voltemos a Jacintho Pedro Garbero - um aventureiro nato. O ragazzo, com apenas 14 anos(pasmem), entrou em um navio cargueiro e clandestino veio parar no Brasil. A família em desespero moveu céus e terras. Por sorte, um parente próximo do general era pároco em algum lugar perto de Juiz de Fora. Após um ano o tal parente e pároco localizou Jacintho Pedro Garbero que, à força, foi devolvido de volta à Itália.
Jacintho foi internado em um seminário e aos 18 anos, faltando poucos anos para se ordenar sacerdote(na marra), fugiu novamente para o Brasil.
Seu pai desistiu. Segundo relatos de vó Sylvia, o general ponderou que o "maledeto" aventureiro agora era maior de idade e que andasse, por sua conta e risco, com as próprias e que assumisse os perigos de viver naquela longínqua terra cheia de índios selvagens, feras e perigos mil. A Condessa implorou ao marido que impedisse mais esta loucura do filho Jacintho. O general bateu o pé e não moveu uma palha para resgatar o filho aventureiro.
Bivô Jacintho chegou ao Brasil com uma mão na frente e outra atrás. Como não conhecia ninguém e muito menos o idioma, conseguiu a duras penas arranjar emprego em uma pedreira nas imediações de Juiz e Fora.
Seu trabalho era corta pedras e transformá-las em pé-de-moleque. Pé-de-moleque eram aquelas pedras pequenas usada no calçamento de ruas. Mais tarde a pavimentação evoluiu para os paralelepípedos.
Jacintho Pedro Garbero, filho de general e de Condessa, batalhava de sol a sol (12 horas por dia) para ganhar o seu sustento. Nas horas de raro descanso imagino que se arrependera da loucura que fizera.
Que nada!... vida que segue e ele seguiu firme, forte e convicto.
No seminário, sem mais alternativa e por dever de ofício, estudava as sagradas escrituras e lia compulsivamente autores clássicos, filósofos e a outros tantos autores fora do Index canônico. Muito jovem virou um homem muito culto, versado em teologia, filosofia, latim(fluente), grego nos conformes, além de do italiano.
Em um país com altíssimo índice de analfabetismo, vô Jacintho era uma joia rara. Muito preparado(como se dizia na época), poucos anos depois aventurou-se no comércio. Neste atividade foi muito bem, obrigado. Mais uns poucos anos e virou fazendeiro. Rapidamente fez fortuna e tornou-se um homem influente e respeitado na região.
Estava com 38 anos e ainda solteiro. A solidão incomodava. Os luxuosos bordéis do Rio de Janeiro já não o satisfaziam. Precisava casar, criar família e sossegar o facho.
Um compadre seu tinha 4 filhas (solteiras) cuja beleza era cantada em prosa e verso na região. Acontece que esta compadre devia uma considerável quantia a bivô Jacintho. Sabedor de sua solteirice, convidou-o para um ajantarado. Com um pouco de sorte, casava uma das filhas com o compadre endinheirado e de quebra poderia conseguir o perdão para a vultosa dívida. Não lograsse sucesso, na pior das hipóteses conseguiria uma dilatação do prazo de vencimento das duplicatas para um futuro distante ou até mesmo para o dia de são-nunca-de tarde.
Mesa posta, filhas na mesa, menos Maria (1885-1953) - a mais nova e na flor dos seus 13 anos.
Vô Jacintho perguntou por Maria. O compadre perguntou seu paradeiro e lhe foi informado que Maria estava brincando com a sua boneca de paina em cima da goiabeira do quintal.
Terminado a ajantarado, vô quis conhecer Maria. Minha futura bisavó continuava em cima da goiabeira. O compadre levou meu bisavô até lá e de imediato o velho Jacintho se encantou com a formusura de Maria.
O compadre apresentou Maria a bivô. Maria beijou a mão daquele senhor e respeitosamente lhe pediu a benção.
Após voltaram para a sala de visitar. Maria foi para o seu quarto. Dai a pouco, seu pai a chamou na sala e curto e grosso lhe disse que ela se casaria com o Senhor Jacintho Pedro Garbero dentro de 6 meses. Maria disse sim, senhor meu pai.
Dito e feito. Jacintho e Maria se casaram. Tiveram 16 filhos e entre eles SYLVIA GARBERO, minha saudosa e muito querida avó. Importante frisar que bivó Maria chamava o marido de Senhor até a sua morte.
Voltemos à personagem principal: vó Sylvia Garbero.
Vó foi uma mulher muito bonita. Era alta, farta de carnes e por isso muito no agrado dos moços bem nascidos e solteiro da região.
Em 1923 casou-se com o meu avô Arthur Emmanuel Barbosa (1897-1950) e em 1924 nascia minha mãe, Shirley Garbero Barbosa.
Vô Arthur era um vistoso homem de olhos verdes, apesar de magro e de baixa estatura.
O problema foi o temperamento de um e outra. Enquanto vó Sylvia era um azougue,vô Arthur era a calma em pessoa. Não poderia dar certo e não deu mesmo.
Aí começa a saga de vó pela vida. Ela teve a audácia de se separar de vô. Virou mulher desquitada nos anos 20. Pior, virou mulher "largada" e caiu na boca do povo. Era apontada na rua. As pessoas mudavam de passeio ao avistá-la vindo em sua direção. Foi um Deus nos acuda. Vó, à custa, foi aceita de volta na casa do pai. Bivô Jacintho falava com a filha apenas o estritamente necessário. Bivô Maria falava constantemente, mas às escondidas, de modo a não contrariar seu marido.
Devido à péssima reputação de vó Sylvia, vô Arthur conseguiu a guarda de mãe ( então com 3 anos) e a entregou aos cuidados de sua irmã Lulu, que morava em Belo Horizonte, na Rua Pouso Alegre, a 100 metros do apartamento onde moro (ironia do destino). Tia Lulu era casada com um descendente de alemães, Rodolfo não sei das quantas. Ele foi um dos primeiros gerentes da fábrica de cerveja Antártica em BH. A cervejaria ficava ao lado da praça da belíssima estação de trem.
Herr Rodolfo bebia paca. Vivia bêbado e não raro tinha crises de fúria, quebrando toda a casa. Comprava tudo de novo e daí a dias quebrava tudo de novo - para a felicidade geral dos comerciantes e tristeza de Tia Lulu. Nestes entrementes, mãe no olho do furação. Em tempo (ia me esquecendo), Tia Lulu tinha uma filha (Edith) que regulava em idade com mãe.
Para piorar, Herr Rodolfo era um ciumento possessivo e mantinha a família reclusa. Uma vez ou outra passeava de táxi pela cidade. Depois a mulherada voltava para a gaiola de ouro.
Este foi o início da vida de minha vó transitando pelos primórdios do feminismo. E que feminismo!
Mais adiante meus leitores vão reconhecer que as raras mulheres tidas e havidas como feministas eram fichinha perto de vó Sylvia. Muitas ficaram famosas e mal faladas devido à sua rebeldia e audácia, batendo de frente com as rígidas tradições da época.
A vida de vó deu uma guinada brusca em 1927. Neste ano seu pai morreu deixando uma grande fortuna em contos de réis, propriedades e casas de comércio. Todo este patrimônio, sem falar ainda nas dívidas não pagas por vários devedores que se aproveitaram da falta de documentos para dar "o cano".
Herança, formal de partilha e a filharada se deu bem.
Passado o luto pela morte de vô Jacintho, a vida seguiu e vó, na flor dos seus vinte e poucos anos, estava incomodada com a solidão. Foi então que conheceu um jovem engenheiro (Dr.Oscar) que vinha a ser diretor financeiro ou administrativo da Estrada de Ferro Central do Brasil ou da Viação Centro Oeste(não sei mais ao certo).
Pintou clima e rolou um sentimento. Vó Sylvia mais uma vez deu uma solene banana para a opinião pública e foi morar com o Dr.Oscar. Estamos em 1929 e ela, desquitada, desceu impávida mais um degrau em direção da pouca vergonha e da ignomínia. Virou mulher amigada, muitíssimo mais mal falada e esconjurada por todos.
Detalhe importantíssimo: vó Sylvia RAPTOU mãe na casa da Rua Pouso Alegre, aproveitando-se de uma bobeira de Tia Lulu. E como dinheiro não era problema, a bordo do transatlântico alemão, O Cap Arcona, ela, minha mãe, o irmão Pompeu e o Dr.Oscar se mandaram para um tour pela Europa. Começaram o périplo por Paris, Bruxelas, Roma e continuaram por outras capitais menos famosas. Durante meses, hospedados nos melhores hotéis, viveram na flauta e gozando o que a vida tem de melhor.
1930 (tchan tchan tchan than). Estoura a revolução, Getúlio Vargas assume o poder e após se instalar no Palácio do Catete, constituiu o seu ministério. Em seguida, foi para o segundo e terceiro escalão, procurando saber quem era quem nas empresas do governo, autarquias, departamentos e etc e tal.
Começou então a dança das cadeiras. Quem estava com o governo permanecia no cargo. Os opositores eram devidamente defenestrados.
Chegou a vez das ferrovias. Cadê o Dr.Oscar? Tá na Europa com a sua amante. Getúlio deve ter conversado com o Ministro de Viação e Obras Pública e a este deu a incumbência de dar com o pé na bunda do engenheiro ausente e irresponsável.
A troupe voltou correndo para o Brasil mais quebrada do que arroz de terceira - todos com as mãos na frente e a outras atrás. O dinheiro fora dilapidado na farra pelas "Oropa". Pouco tempo depois, desempregado e desmoralizado, Dr.Oscar deu um tiro na cabeça e babau.
Vó de novo no olho de um Katrina, sem direito a guarida, proteção e muito menos piedade.
Alguns anos depois conheceu o Dr. Mário Azevedo, delegado de polícia e mais tarde inspetor de ensino na Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais. Não deu outra e vó Sylvia juntou as escovas de dente com o delegado.Virou (de novo) teuta e manteuda, desta vez às custas da autoridade policial.
Juiz Fora esconjurava a Jezebel. Era vista como a reencarnação de Lilith, afilhada do diabo e exemplo de tudo de ruim a ser evitado por moças e moçoilas.
Em 1954 vó Sylvia conseguiu ser admitida no SAMDU - o equivalente ao SAMU de hoje. A diferença era que as ambulâncias do SAMDU eram tripuladas por um médico, um enfermeiro(a) e pelo motorista da viatura da viatura. Qualquer cidadão ou cidadã poderia solicitar socorro médico 24 horas por dia.
A esta altura da vida, vó Sylvia foi aos poucos resgatando o respeito a que tinha direito e depois o reconhecimento de seu valor como pessoa. Foram anos a fio no SAMDU. Nunca perdeu um dia de serviço e era admirada e respeitada por toda Juiz de Fora. Com a extinção do SAMDU, vó foi para o antigo INAMPS, onde se aposentou por idade após muitos anos de bons serviços prestados à instituição.
Foi reconhecida por sua competência, dedicação e carinho com os acidentados e enfermos. Subia e descia morros e ladeiras, debaixo de chuva, carregando a maca junto com o motorista. Segundo alguns deles, vó tinha mais força do que muitos homens.
Aqui termina a História de minha querida vó Sylvia.
Lembro-me dela com muita saudade e respeito por sua coragem de peitar o mundo e as convenções da época. Vó Sylvia encarou a vida de frente, fez o seu destino e procurou a felicidade em um tempo em que ser feliz dependia da subserviência aos manuais de conduta ditados pela igreja e pela conservadorismo de um sociedade hipócrita e dissimulada. Muitos dos pecados que lhe foram atribuídos eram praticados na calada da noite nas noitadas,alcovas, puteiros e cassinos clandestinos. Muitas das mocinhas recatadas pintavam o 7 e levavam nas coxas o que não era permitido pela frente, se é que me entendem.
Vó Sylvia deve ter sido a maior feminista de seu tempo. Sua vida fantástica só não alcançou a notoriedade porque ela foi uma mulher comum, perdida no anonimato em uma cidade interiorana.
Vó Sylvia foi um mulher enorme. Seu legado para família foi a coragem e a valentia para ousar. Só fez mal a si mesma. Pagou em preço muito alto por seu destemor. Foi uma mulher muito adiante do seu tempo e um exemplo, isto sim, de independência, assumindo o leme de sua vida por caminhos nunca dantes navegados.
Deus a tem, com certeza, porque com a mesma audácia com que encarrou a vida, na mesma proporção, ao longo dela, repartiu solidariedade com os menos favorecidos, jamais deixando de estender a sua mão ou deixando de acolher em seu generoso coração a tantos quando dela precisaram. Apesar dos pesares e tribulações, atingiu a altura de montanhas e lá de cima há de contemplar com muito orgulho os anos vividos em paz com a sua consciência e de acordo com o amor que praticou para muito além do convencional.
Música de Hermínio Bello de Carvalho

música de Dolores Duran
Best pics' I could find on the internet. I love the song, the book and the movie! Lyrics - The summer smiles, the summer knows, And unashamed, she sheds her ...

13 h · 

Mais de 200 ficam feridos em após ação da PM em manifestação de professores.
http://bit.ly/1bZtnNt
Muito bom gente. Vale a pena assistir..kkkkk
542.379 visualizações
A presidANTA ficou muito chateada com o panelaço do final de semana, mas não ignorou o clamor do povo brasileiro e já está tomando algumas medidas para amenizar a fúria popular.
A primeira dela é aumenta em 1.000% o imposto sobre as panelas e utensílios domésticos. Kkkkkk E aproveita e lança uma nova linha de panelas que é a TramoDilma.
Quem comprar panela TRamonDilma ganha gratuitamente o lindo livro receitas Genuínas do Planalto. Assista ao vídeo e confira com exclusividade as novas medidas tomadas pela presidANTA. kkkkkk

02/05/2015

Eu quero uma casa no campo Onde eu possa compor muitos rocks rurais E tenha somente a certeza Dos amigos do peito e nada mais Eu quero uma casa no campo Onde...
SANTO PAPO

Perguntei ao meu Anjo protetor
Como é que faço pra te encontrar.
Orei baixinho, com todo o fervor
E ele me disse que vai procurar.


Entre as boas moças uma decerto
entre tantas outras há de se destacar
No jardim secreto de meu peito aberto
Revelada por um suave raio de luar


Assim seja anjo que me ilumina,
Mas fique comigo enquanto espero
Pois tenho medo de me frustrar.


Se a ti me confiou a providência divina
Me traga alguém do jeito que eu quero
E que me ame assim do seu jeito de amar.
Hai Kai king size
Os Anjos
tão perto
revoam 
que a brisa
decerto
tem a quem
puxar

01/05/2015

AMOR
Amor não ilumina o seu caminho.
O nome disso é poste.
Amor não supera barreiras.
O nome disso é gol de falta.
Amor não traça o seu destino.
O nome disso é GPS.
Amor não te dá forças para superar obstáculos.
O nome disso é tração nas quatro rodas.
Amor não mostra o que realmente existe dentro de você.
O nome disso é endoscopia.
Amor não atrai os opostos.
O nome disso é imã.
Amor não dura para sempre.
Isso é o José Sarney.
Amor não é que surge do nada e
em pouco tempo está mandando em você.
Isso é Dilma Rousseff.
Amor não é te deixa sem fôlego.
O nome disso é asma.
Amor não te faz perder o foco...
O nome disso é miopia.
Amor não te deixa maluco,
te fazendo provar várias posições na cama.
Isso é insônia.
Amor não faz os feios ficarem pessoas maravilhosas.
O nome disso é dinheiro.
Amor não é o que o homem faz na cama
e leva a mulher à loucura.
O nome disso é deixar a toalha molhada na cama.
Amor não é o que toca as pessoas lá no fundo.
O nome disso é exame de próstata.
Amor não faz a gente enlouquecer,
e dizer coisas pra depois se arrepender:
O nome disso é vodka.
Amor não faz você passar horas conversando no telefone.
O nome disso é promoção da TIM, OI, VIVO, CLARO...
Amor não te dá água na boca.
O nome disso é bebedouro.
Amor não é aquilo que, quando chega,
você reza para que nunca tenha fim.
Isso é férias.
Amor não é o que te alegra e depois te decepciona.
Isso é pote de sorvete.
Amor não é o que entra na sua vida e muda tudo de lugar.
O nome disso é empregada nova.

The Chordettes with Mr. Sandman (with Lyrics) from 1954... Watch and Share if you like it ^^ For those who don't understand: the "Bam" is a translation mista...
Excelente, maravilhosas. E para completar, adoro esta música.
583.990 visualizações
ORDINARIUS carregou um novo vídeo.
Delícia de música eternizada pelas The Cordettes nos anos 50 e revisitada pelo Ordinarius em gravação de 2013, no Parque das Ruínas, RJ.
DESENCANTO
De que me adianta sempre fugir
De tudo que à minha vida atormenta?
Mais adiante tudo não passa de porvir
E no passado nada se sustenta.
O humor da sorte é sempre incerto
E a arma pode até não disparar
Giro o tambor sem saber ao certo
Em que momento a morte vai detonar
Melhor fechar os olhos e botar a venda
E dormir um pouco roubando do tempo
Umas poucas horas que não vi passar
Pode ser que em sua indiferente agenda
Ele não anote mais nenhum tormento
Pelo menos enquanto eu finjo ressonar
Grandes pequenos momentos de um amor verdadeiro.
The "Puuung" artist illustrates those little moments of a couple when there is love, tolerance, details and love, proving that love is expressed with actions and not words. The sample has been called "love is...". Just Great. Emoticon heart
É o meu mês, o mês das noivas, o mês das noites lindas, o mês das temperaturas amenas, o mês dos terços e o mês de Maria. Como não ser feliz em maio?
HAPPY MAY! 
"É melhor você ter uma mulher engraçada do que linda, que sempre te acompanha nas festas, adora uma cerveja, gosta de futebol, prefere andar de chinelo e vestidinho, ou então calça jeans desbotada e camiseta básica, faz academia quando dá, come carne, é simpática, não liga pra grana, só quer uma vida tranqüila e saudável, é desencanada e adora dar risada.
Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência de bíceps e tríceps.
Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa.
Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí?
Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução. Mas ainda não criaram um remédio pra FUTILIDADE!!"
__Arnaldo Jabor

EM TEMPO, ESTA ILUSTRAÇÃO ME FEZ LEMBRAR DO CARLOS ZÉFIRO. OS CINQUENTÕES E OUTROS MAIS RODADOS VÃO ENTENDER.
Um pensamento fugaz: vida é de morte.

O problema é a exegese: os 3 poderes interpretam o art. 5○ da Constituição de uma maneira mais abrangente: todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Acontece que alguns são mais iguais do que os outros. Quanto a segunda colocação do ilustre jornalista, de fato os gari têm a mesma escolaridade dos vereadores. Neste caso, o ideal seria mandar a turma da faxina dar uma geral nas câmaras dos vereadores, passando o rodo e a vassoura nos edis, acondicionando-os em sacos de lixo e após um rolé no caminhão coletor até o aterro sanitário mais próximo.
Em seguida, uma medida de economia, visando a produtividade e a relação custo-benefício: os garis no lugar dos edis e os nobres colegas na limpeza pública. Os Garis conhecem as necessidades da galera e votariam leis de interesse coletivo, enquanto os vereadores, no exercício da política, entendem muito mais de lixo do que os garis.
Quanto à remuneração, sugiro pagar aos garis 20% dos salários pagos aos vereadores. E só. Nada de verbas de gabinete, jetons e outras mamatas. Quanto aos nobres colegas, 1 salário mínimo, vale transporte e tiquet-quentinha. Afinal, no exercício de suas atividades parlamentares, nossos dignos representantes já acumularam uma rica poupança através de licitações "daquele jeito", balção de negócios para o comércio de cargos e funções, superfaturamentos e compra e venda de votos.
Acho que vou virar cientista político. Levo ou não levo jeito?


Uma visão Jornalística independente desde 1977 quando começou como apresentador dos telejornais                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  O problema é a exegese: os 3 poderes interpretam o art. 5○ da Constituição de uma maneira mais abrangente: todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Acontece que alguns são mais iguais do que os outros. Quanto a segunda colocação do ilustre jornalista, de fato os gari têm a mesma escolaridade dos vereadores. Neste caso, o ideal seria mandar a turma da faxina dar uma geral nas câmaras dos vereadores, passando o rodo e a vassoura nos edis, acondicionando-os em sacos de lixo e após um rolé no caminhão coletor até o aterro sanitário mais próximo. 
Em seguida, uma medida de economia, visando a produtividade e a relação custo-benefício: os garis no lugar dos edis e os nobres colegas na limpeza pública. Os Garis conhecem as necessidades da galera e votariam leis de interesse coletivo, enquanto os vereadores, no exercício da política, entendem muito mais de lixo do que os garis.
Quanto à remuneração, sugiro pagar aos garis 20% dos salários pagos aos vereadores. E só. Nada de verbas de gabinete, jetons e outras mamatas. Quanto aos nobres colegas, 1 salário mínimo, vale transporte e tiquet-quentinha. Afinal, no exercício de suas atividades parlamentares, nossos dignos representantes já acumularam uma rica poupança através de licitações "daquele jeito", balção de negócios para o comércio de cargos e funções, superfaturamentos e compra e venda de votos.
Acho que vou virar cientista político. Levo ou não levo jeito?...
EDUARDOHOMEMDECARVALHO.BLOGSPOT.IN

Trovinha caída

Em Minas não mais abunda
a qualidade do traseiro nacional.
Culpa do Pimentel cara de bunda
achando que a sua cara é social.