Cristiano Casagrande publicou uma nota.
Sempre fui fissurado pelo conhecimento. E isso remonta à minha infância. Cresci lendo Monteiro Lobato, navegando por enciclopédias e outros livros, num tempo em que não se navegava pela internet e nem existia o Google. A sede de conhecimento, a curiosidade pelo saber, despertaram em mim desde criança a vontade de estar sempre cercado pelos livros.
unto com o desejo pela aventura do conhecimento veio o desejo de compartilhar aquilo. Junto com toda aquela curiosidade de aprender, nasceu o desejo de ensinar. O desejo de compartilhar o saber, de transmitir ideias, de despertar a reflexão. A vontade de cultivar no outro a mesma curiosidade, a mesma sede pelo conhecimento, a mesma vontade de aprender. Isso era evidente quando ensinava matemática para meus colegas de sala no colégio, quando dava aulas particulares ainda adolescente, quando transmitia o conhecimento a alguém com tamanho entusiasmo que despertava no outro a mesma vontade de querer saber mais. Até que, mais tarde, comecei a lecionar em escolas e cursinhos pré-vestibular ainda durante o tempo em que cursava a faculdade.
Estudei Engenharia. Engenharia Elétrica. Porém, quando me formei, senti que simplesmente ser um engenheiro não me faria feliz. Faltaria algo. Eu não conseguia me ver longe da sala de aula. Estar junto dos meus alunos não era nenhum fardo. Muito pelo contrário. Eu nem mesmo sentia que estava trabalhando. Foi então que decidi seguir a carreira acadêmica. Seria uma forma de conciliar a minha formação e profissão de engenheiro com o prazer de ensinar. Eu seria mais do que engenheiro. Eu ajudaria a formar engenheiros! Para mim não há profissão mais nobre. Ter a oportunidade de ser não apenas professor, mas de ser também educador. Ser educador envolve muito mais do que apenas ensinar. Envolve mudar atitudes, envolve motivar à ação, envolve cultivar o pensamento crítico. Muito mais do que apenas transmitir informações, educar exige que nos entreguemos à nossa profissão por inteiro.
Claro que não é fácil ser um verdadeiro educador. Particularmente, acho que ainda tenho muito a aprender. Acredito que, na sala de aula, não apenas transmitimos conhecimento, mas que também aprendemos muito com nossos alunos. Sempre. E essa troca de experiências traz um verdadeiro sentido a esse trabalho. É uma realimentação constante que permite aprimorar cada vez mais nossas técnicas, metodologias e a maneira como ajudamos a formar nossos alunos.
Enfim, é um prazer imensurável descobrir que você ajudou um aluno a enxergar o mundo de outra forma, que você o ajudou a compreender um assunto, um fenômeno, ou que até mesmo o despertou para gostar de investigar algo que ele antes não se interessava ou não compreendia. É uma imensa satisfação perceber que você contribuiu para torná-lo mais capacitado a resolver desafios e a pensar criticamente. É de fato recompensador quando um aluno diz para você anos mais tarde que aquelas suas aulas, seus questionamentos e suas discussões foram essenciais em sua formação e foram inesquecíveis. É indescritível o prazer. Certamente, percebo que ensinar e educar fazem parte da essência da minha vida.
unto com o desejo pela aventura do conhecimento veio o desejo de compartilhar aquilo. Junto com toda aquela curiosidade de aprender, nasceu o desejo de ensinar. O desejo de compartilhar o saber, de transmitir ideias, de despertar a reflexão. A vontade de cultivar no outro a mesma curiosidade, a mesma sede pelo conhecimento, a mesma vontade de aprender. Isso era evidente quando ensinava matemática para meus colegas de sala no colégio, quando dava aulas particulares ainda adolescente, quando transmitia o conhecimento a alguém com tamanho entusiasmo que despertava no outro a mesma vontade de querer saber mais. Até que, mais tarde, comecei a lecionar em escolas e cursinhos pré-vestibular ainda durante o tempo em que cursava a faculdade.
Estudei Engenharia. Engenharia Elétrica. Porém, quando me formei, senti que simplesmente ser um engenheiro não me faria feliz. Faltaria algo. Eu não conseguia me ver longe da sala de aula. Estar junto dos meus alunos não era nenhum fardo. Muito pelo contrário. Eu nem mesmo sentia que estava trabalhando. Foi então que decidi seguir a carreira acadêmica. Seria uma forma de conciliar a minha formação e profissão de engenheiro com o prazer de ensinar. Eu seria mais do que engenheiro. Eu ajudaria a formar engenheiros! Para mim não há profissão mais nobre. Ter a oportunidade de ser não apenas professor, mas de ser também educador. Ser educador envolve muito mais do que apenas ensinar. Envolve mudar atitudes, envolve motivar à ação, envolve cultivar o pensamento crítico. Muito mais do que apenas transmitir informações, educar exige que nos entreguemos à nossa profissão por inteiro.
Claro que não é fácil ser um verdadeiro educador. Particularmente, acho que ainda tenho muito a aprender. Acredito que, na sala de aula, não apenas transmitimos conhecimento, mas que também aprendemos muito com nossos alunos. Sempre. E essa troca de experiências traz um verdadeiro sentido a esse trabalho. É uma realimentação constante que permite aprimorar cada vez mais nossas técnicas, metodologias e a maneira como ajudamos a formar nossos alunos.
Enfim, é um prazer imensurável descobrir que você ajudou um aluno a enxergar o mundo de outra forma, que você o ajudou a compreender um assunto, um fenômeno, ou que até mesmo o despertou para gostar de investigar algo que ele antes não se interessava ou não compreendia. É uma imensa satisfação perceber que você contribuiu para torná-lo mais capacitado a resolver desafios e a pensar criticamente. É de fato recompensador quando um aluno diz para você anos mais tarde que aquelas suas aulas, seus questionamentos e suas discussões foram essenciais em sua formação e foram inesquecíveis. É indescritível o prazer. Certamente, percebo que ensinar e educar fazem parte da essência da minha vida.
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